TOP 5: DOCES MAIS AMADOS DA PÂTISSERIE FRANCESA

A pâtisserie francesa produziu alguns dos doces mais deliciosos do mundo. São tantos que fica até difícil dizer qual faz mais sucesso. Mas foi com esse objetivo que o IFOP (Institut Français d’Opinion Publique) realizou uma pesquisa para descobrir quais os doces mais apreciados pelos franceses. Dá só uma olhada nessas gourmandises e aproveite para tentar encontrá-las nas Pâtisserie Douce France, presentes em várias unidades da Aliança Francesa!

Gâteau au chocolat
O vencedor da enquete realizada foi o tradicional bolo de chocolate. Essa sobremesa simples é uma das mais apreciadas, ainda mais quando vem com aquele recheio bem derretido, que eles chamam de fondant au chocolat. Ele acaba agradando todo o tipo de pessoa justamente por sua receita clássica e fácil de fazer.

Tarte de pomme et poire
As famosas tortas de fruta caramelizadas ocupam o segundo lugar do cardápio dos franceses. Existem muitas receitas com frutas diferentes, mas a mais simples com peras e maçãs é a mais consumida.

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Éclair
Empatada na segunda posição está a éclair, conhecida por aqui como bomba e tem feito cada vez mais sucesso por aqui. Em francês significa relâmpago, mas não se sabe ao certo por que o doce recebeu esse nome. Muito simples, esse doce consiste em uma massa oca e pode conter o recheio que você preferir.

Millefeuille
Esse bolo que pode ter proporções variadas é feito com massa folhada e entre as camadas é recheado com crème légère. Sua validade é pequena, pois a massa puxa a umidade do creme e acaba ficando molenga dentro de poucas horas. O melhor mesmo é comer um feito na hora!

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ParisBrest
Criada em 1910, essa sobremesa é feita com massa choux e um crème praliné. Feita no formato de uma roda, com o meio vazado, ela também pode vir acompanhada de frutas vermelhas que dão um toque especial.

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CURIOSIDADES SOBRE O ARCO DO TRIUNFO

 

Localizado no encontro de doze avenidas muito importantes de Paris, incluindo a famosa Champs-Élysées, o Arco do Triunfo é um ícone. Do alto dos seus 50 metros de altura, o monumento é parada obrigatórias para qualquer um que vai à cidade. Completando 182 anos de sua inauguração no dia 29 de julho, ele não é apenas uma obra majestosa, mas também carrega parte da história francesa em suas paredes. Veja algumas das curiosidades sobre o monumeto:

A construção demorou 30 anos

O Arco do Triunfo retoma uma tradição da Roma Antiga para celebrar conquistas militares. Napoleão Bonaparte encomendou o monumento em 1806, por conta da vitória francesa na Batalha de Austerlitz. Após uma série de dificuldades, a obra foi finalizada em 1836, 15 anos após a morte do imperador.

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Homenagem nos pilares

Nos quatro pilares do arco estão gravados os nomes das batalhas vencidas pelo exército napoleônico e também o nome de seus  558 generais franceses, alguns deles tiveram seus nomes grifados por terem morrido nas guerras.

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Um avião já passou por baixo do arco

O aviador francês Charles Godefroy conseguiu realizar a façanha até então inimaginável. Em 1919 foi o primeiro a  passar sob o Arco do Triunfo com seu bimotor. A manobra foi feita durante uma homenagem aos mortos na Primeira Guerra Mundial e foi captada no vídeo abaixo!

Memorial da 1ª Guerra Mundial

Em 1921, um soldado francês morto durante a primeira guerra mundial foi enterrado abaixo do arco, sua lápide ficou conhecida como “Tombe du soldat inconnu” e até hoje serve de homenagem  simbólica a todos os soldados franceses mortos durante as batalhas da Primeira Guerra Mundial.

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O Brasil já teve seu próprio Arco do Triunfo

Em 1921, o então Presidente do Brasil Epitácio Pessoa confirmou uma visita a São Paulo. Para celebrar sua chegada, a prefeitura se inspirou nos ideais franceses e resolveu um Arco do Triunfo provisório. Em surpreendentes 3 dias o monumento foi erguido pelo arquiteto Ramos de Azevedo. Com 28 metros de altura e 27 de metros de largura, o arco durou pouco tempo e foi desmontado após a celebração da Independência do Brasil, em 7 de setembro do mesmo ano. Conheça essa história completa!

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OS FAMOSOS BATEAUX MOUCHES DE PARIS

Eles podem ser vistos deslizando pelas águas do River Seine, o famoso divisor que corta Paris, e também em outros canais pelo mundo. Chamados de bateaux mouches, os barquinhos já fazem parte da paisagem local desde o tempo da Exposição Universal, que agitou a capital francesa nos idos de 1867 com uma proposta futurista e desenvolvimentista.

Construídos para servirem como meio de transporte para passeios cênicos, adorados por turistas, estes barcos navegam por águas calmas, sempre com o convés aberto, ou com uma cobertura transparente, para que os navegantes possam desfrutar do passeio e ter uma boa visão da paisagem.

A origem do nome

Em tradução, bateau-mouche quer dizer barco-mosca em português, e a invenção do termo remonta, mais uma vez, à época da Exposição Universal. Após ganhar um concurso, o construtor naval Michel Félizat projetou o design destes barcos turísticos, e como morava em Lyon, mais especificamente no bairro La Mouche, daí o nome!

Mas naquela época o turismo não era massivo, e depois da guerra os barcos acabaram perdendo espaço para outros meios, como metrô e transporte terrestre. Foi Jean Bruel, contudo, quem deu vida ao potencial turístico dos bateaux-mouches depois de comprar alguns últimos exemplares da época da Exposição Universal, e já em 1950 lançou a Compagnie des Bateaux Mouches.

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Bateau-mouche na ville de Lyon

A lenda

Seu pensamento empreendedor era tão criativo que Jean Bruel criou uma personagem mítica chamada Jean-Sébastien Mouche, que se apresentou, no mundo da fantasia, como o criador dos bateaux. De acordo com essa empreitada, um jornalista do Le Monde, Robert Escarpit, escreveu uma biografia fictícia do Monsieur Mouche. Oui! Tudo para atrair o público, que mal podia sonhar com o engenheiro naval Michel Félizat, homem que realmente projetou tais embarcações…

A imaginação foi longe e ele até projetou um busto de Jean-Sébastien Mouche especialmente para a inauguração de seu novo modelo de bateau, na presença do ministro dos transportes, do prefeito e de todo o grupo artístico e cultural da época.

Os bateaux hoje

Bem mais confortáveis e silenciosos, o passeio no clássico bateau mouche de hoje tem ares uma experiência completa: enquanto navegam, os turistas escutam o guia turístico narrar a história de Paris e de seus monumentos. Há também barcos projetados para serem verdadeiros restaurantes, recebendo eventos especiais e festas. O que permanece é a identidade histórica inabalável, que já se valeu da ousadia de um empreendedor para criar sua fama e atrair, até hoje, milhares de turistas e flâneurs que querem ver Paris de outro ângulo.

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ÎLE SAINT-LOUIS: CONHEÇA ESSA PEQUENA ILHA DENTRO DE PARIS

O rio Sena conta com duas ilhas, sendo a menor delas a Île Saint-Louis, bem menos badalada do que sua vizinha, a Île de la Cité (onde fica a Cathédrale de Notre Dame de Paris). No século XVII era chamada Île aux Vaches (Ilha das vacas) devido ao bucolismo que ainda reinava nessa pequena porção separada do continente. Depois, investidores fizeram acordos com o rei Louis XIII para que as duas ilhotas fossem ligadas ao continente, aumentando assim a circulação de pessoas e a construção de majestosas mansões que disputavam seu pedaço de terra com vista para o Seine.

Essa petite île é ótima para contemplar uma certa calmaria e tranquilidade, constantes difíceis em Paris, e mesmo na vizinha Île de la Cité. A seguir, os motivos que fazem Saint-Louis valer a pena:

Igreja St-Louis en Île

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Em estilo barroco francês, ela foi construída entre 1664 e 1726 e recebe concertos de música clássica esporadicamente. Vale consultar o site para saber quando acontecem as próximas apresentações.

Sorveteria Berthillon

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Umas das mais tradicionais sorveterias de Paris, desde 1954 o lugar desponta como parada obrigatória para deliciar um bom glacier. O negócio é gerido pela família que dá nome à sorveteria, e tem até um salão de chá em seu interior. Detalhes no site.

Fachada do Hôtel de Chenizot

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Ver de pertinho uma das fachadas mais belas pode completar belamente seu tour. Este hôtel particulier foi construído nos anos 1620 por Pierre de Verton, secretário do rei Louis XIII. Além deste, há outros tão antigos quanto, que resistiram teimosos ao tempo.

Flanar sem destino!

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Por ser pequena e tranquila, a ilha é ótima para dar um passeio de bike, para depois ver a tarde caindo sentado nas margens do Seine. Vale levar sua cestinha de pique-nique, tradição honrada por muitos parisienses.

 

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DICAS PARA CURTIR EM BORDEAUX

A cidade está entre as opções disponíveis que permitem estudar em unidades da Aliança Francesa e fazer uma imersão na cultura.

Uma das maiores produtoras de vinhos de alta qualidade da França, Bordeaux é uma infinidade de rótulos de tintos, rosés, brancos e espumantes. Não bastasse essa boa fama, ela é considerada Patrimônio Mundial da Humanidade urbano pela UNESCO, por causa de sua arquitetura neoclássica. A população universitária que pulula pelos bares curtindo a noite, sem contar a infinidade de turistas, deixam a cidade sempre efervescente. Descubra alguns pontos que merecem estar no seu roteiro:

Bordeaux vista do céu:


Cathédrale St-André

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A Cathédrale é um dos símbolos de Bordeaux 

As torres pontiagudas da catedral principal da cidade são um convite para entrar e olhá-la também por dentro. A maior parte das relíquias guardadas remontam aos séculos 13 e 14, sendo a sessão mais antiga de 1096. O recuo surpreendente no tempo fez dela, assim como a cidade, patrimônio da UNESCO. É bom checar no site (https://cathedrale-bordeaux.fr) se não haverá nenhum concerto de música instrumental dentro da catedral, uma experiência que você pode ter sorte de acontecer durante a estadia.  

Tour Pey-Berland

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Um dos ângulos da vista da Tour Pey-Berland, que descortina a cidade 

A torre da catedral de Saint-André é um dos pontos mais altos, imperdível para ver Bordeaux de cima. Ela foi construída em 1440 especialmente para abrigar o sino, o quarto mais pesado da França, somando 11 toneladas. Para agradar a vista é preciso subir 229 degraus até chegar ao topo, a 50 metros de altura. O esforço compensa!

Passear pela Pont de Pierre

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O cartão-postal de Bordeaux, visto no entardecer 

A ponte de pedra que cruza o rio Garonne é o cartão postal da cidade. Basta uma busca rápida na internet para vê-la ao amanhecer, ao entardecer… A fotogênica estrutura encomendada por Napoleão e inaugurada em 1822 foi a primeira de pedra construída em Bordeaux. Muitos a percorrem de bicicleta, e também aproveitam para ver as gaivotas em dias de grande ventania, já que o rio Garonne fica bem na fronteira com o mar.  

Aproveite a gastronomia dos marchés

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Cores vibrantes no Marché des Capucins, um dos principais

Ostras fresquinhas e frutos do mar fazem parte do almoço de praticamente todos os moradores que passam pelo Marché des Capucins em um sábado de manhã. O mercado é um dos mais tradicionais, e vende carnes, frutas, peixes, aves, trufas, cogumelos e os fromages apetitosos que poderão combinar com o vinho produzido, logo alí, nas propriedades chamadas domaines, onde as uvas são cultivadas. Quer experimentar cozinhar depois de comprar os ingredientes locais? Experimente o cassoulet, que leva o famigerado feijão branco cozido com miúdos, linguiça e carne suína. A tradicional lamproie à la bordelaise é outro prato bem comum, feito com o peixe do tipo lampreia cozido com vinho e alho-poró. A maior parte da cuisine bordelaise não dispensa molhos à base de vinho, como manda o figurino de um lugar em que o elixir das uvas continua sendo o chamariz principal.  

Visitar o Grand-Théâtre

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A sutileza dos detalhes no interior do Grand-Théâtre

No panteão dos monumentos mais preciosos de Bordeaux está o teatro, projetado no século XVIII por Victor Louis, o mesmo arquiteto que desenhou a Catedral de Chartes e o Palais Royal. Lá ganham vida óperas, balés, concertos e música de câmara. O edifício é uma das estruturas mais antigas feitas em madeira da Europa,e atualmente é sede da Opéra National de Bordeaux e do Ballet National de Bordeaux. O tour guiado permite que os olhos fitem outros detalhes interessantes além do palco, como a decoração clássica nos tons azul claro, branco e dourado, os tons da realeza francesa.

Vivencie a experiência dos vinhos

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O museu La Cité du Vin, atração inaugurada em 2016

A expertise do vinho pode ir bem além do papo na mesa no bistrô, e para isso é preciso fazer uma imersão, indo até onde as uvas são cultivadas e colhidas, nos châteaux, também conhecidos como domaines. As regiões menores são mais flexíveis com os turistas, enquanto que as mais famosas precisam de reserva e fecham no período da vendange, quando acontece a colheita da uva. O transporte público dificilmente consegue chegar até as propriedades, então a maior parte do roteiro é feito de carro, que pode ser alugado se quiser fazer o tour sem agência. Para saber das principais rotas, é importante pegar o mapinha na Maison du Vin de Bordeaux.

Já os passeios contratados são facilmente cotados nos escritórios de turismo, e alguns oferecem a opção de estadia em algum quarto na própria vinícola, se os olhos ficarem muito pesados depois de boas taças. Não conseguiu viajar até as vinícolas? O museu La Cité du Vin, reconhecido facilmente por sua arquitetura futurista, tem 20 áreas temáticas que contam a história da bebida dentro e fora do país.         

Pour plus d’information

O centro de Bordeaux é fechado aos carros durante o primeiro domingo de cada mês, e as atrações principais oferecem horário de funcionamento estendido. É uma boa oportunidade para bater perna sem se incomodar com faróis e buzinas, e ainda ter mais tempo para permanecer nos museus.

Outra forma de garantir que saberá dos eventos da cidade é pegar o folheto Clubs & Concerts disponível gratuitamente no escritório de turismo. Passeios guiados noturnos e matinais também podem ser contratados no escritório.

Para antecipar a pesquisa antes de viajar, o site oficial de turismo é bem completo e fácil de navegar.

 

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COMIDAS COM NOME FRANCÊS

Alguns pratos e receitas muito populares no Brasil levam sotaque francês, mas não existem com o mesmo nome ou da forma como conhecemos na França. Conheça a seguir alguns deles:

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1. Petit Gateau

A deliciosa sobremesa de chocolate com sorvete não é encontrada na França com esse nome. A origem do bolinho com recheio cremoso é discutida: há os que dizem que ela remonta a um erro de um auxiliar na cozinha que, ao acrescentar pouca farinha na receita, acabou perdendo o ponto da massa e gerando um o bolo com o interior mole. Outra versão da história credita o chef francês Michel Bras pela invenção. De qualquer forma, o bolinho mal passado com interior cremoso é sucesso tanto aqui, quanto na França, e pode ser degustado por lá pelos nomes de fondant au chocolat ou moelleux au chocolat.

 

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2. Pão Francês

Ainda que o pãozinho mais popular do Brasil carregue o nome, de francês ele não tem nada! A origem precisa do nosso pão francês é desconhecida, mas remonta ao século XX, no período em que a elite do Brasil recém-independente fazia viagens para Paris e voltava descrevendo os pães franceses para os padeiros, que faziam o possível para reproduzir a receita. Dessa gastronomia oral nasceu o “pão francês brasileiro”, que difere de sua fonte de inspiração europeia sobretudo pela adição de açúcar e gordura na massa. Dito isso, vale avisar que não tem pão francês na França!

 

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3. Filé Mignon

O filé mignon como conhecemos no Brasil é um corte bovino advindo da região lombar do boi, considerado o mais magro, macio e saboroso do animal. Devido às diferenças culturais e gastronômicas entre os países, os cortes, nomes e formatos variam muito nos açougues. Sabendo disso, fique atento! Se você pedir por um filé mignon nas boucheries francesas, receberá um suculento filet de carne de porco. Para acertar no menu, peça simplesmente por “filet” et bon appétit!

 

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4. Croissant recheado

Entre as mais clássicas patissêries francesas, os croissants têm origem austríaca e foram popularizados na corte francesa com a chegada de Maria Antonieta. Quando os pãezinhos desembarcaram por terras tupiniquins, não demorou para serem adaptados ao paladar brasileiro. Se encontramos hoje em dia as mais diferentes opções de recheios, entre versões doces ou salgadas, o mesmo não acontece na França. Por lá a receita do verdadeiro e tradicional croissant consiste apenas na massa amanteigada, que dá origem à um pãozinho saboroso, macio e crocante, que se desfaz na boca. Humm…

 

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MÚSICAS BRASILEIRAS COM REFERÊNCIAS FRANCESAS

Entrelaçadas nas letras de algumas músicas brasileiras, as referências francesas podem passar despercebidas. Nomes como Godard, Rimbaud e Henri Salvador aparecem em canções do Legião Urbana e Caetano Veloso, enquanto outras composições preferem uma menção mais velada, como no caso de La belle de jour, de Alceu Valença. Aqui vão cinco músicas que fazem alusão a alguma personalidade, obra de ficção ou literatura da França, e os motivos da sua referência na canção:

La belle de jour (Alceu Valença)

A moça bonita da praia de Boa Viagem é o tema de uma das mais conhecidas canções do pernambucano, com letra e ritmo que se completam de forma encantadora. Mas não foi em Recife que Alceu teve sua inspiração. Segundo o compositor, foi quando estava aproveitando a boemia em Paris, e acabou se deslumbrando com uma linda mulher que o olhava. Ele se lembrou, então, que ela era parecida com Catherine Deneuve, atriz francesa que atuou no filme “Belle de Jour”, de Luis Buñuel. Romântico, ele recuperou lembrança de outros amores, inclusive de uma ex namorada que foi morar na cidade luz. A união dessas mulheres, e também o carinho que guarda pela praia de Boa Viagem, deram o caminho – e o título! – para a canção nascer.

Joana francesa (Chico Buarque)

Daquelas preciosas músicas que conseguem unir duas línguas como se fossem uma só, Chico compôs a delicada Joana francesa para o filme homônimo de 1973, dirigido por Cacá Diegues. A história do longa é interpretada pela francesa Jeanne Moreau, que vive uma dona de prostíbulo em São Paulo, que larga tudo para viver com um coronel no Nordeste. A trilha, acompanhada calmamente pelo violão, fala do amor e brinca com palavras francesas e portuguesas, que se costuram e dançam entre si. O próprio verso “Acorda acorda acorda acorda acorda”, quando cantado, forma: “d’accord d’accord d’accord d’accord d’accord”, “de acordo” em francês. É interessante como as duas línguas parecem dar continuidade entre si, como se não fossem diferentes. Génial!

Eduardo e Mônica (Legião Urbana)

A música-história é um clássico, e o casal Eduardo e Mônica faz parte da memória afetiva de muita gente. Os dois, tão diferentes, são o mote da canção de quase 5 minutos, que vai contando de forma linear como se apaixonaram, desde a festa estranha com gente esquisita, até terem filhos. O cineasta francês Godard é citado no trecho: “O Eduardo sugeriu uma lanchonete, mas Mônica queria ver o filme do Godard”. Mônica, bem mais cult e estudiosa que Eduardo, devia gostar dos filmes inventivos do diretor, um dos mais provocadores da Nouvelle Vague. Outra referência, Rimbaud, poeta do simbolismo francês, também aparece no momento em que Renato Russo contrapõe os gostos do casal: “Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus / Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud / E o Eduardo gostava de novela / E jogava futebol-de-botão com seu avô”.

As flores do mal (Legião Urbana)

Intenso, Renato Russo encontrou inspiração para “As flores do mal” no panteão dos “poetas malditos”, como eram chamados os franceses que desafiavam as regras da moral e bons costumes da época. A referência na canção não é apenas citada, como Godard e Rimbaud em “Eduardo e Mônica”, mas perdura em toda a essência da letra. Falando sobre as dores e farpas do amor, a mentira e a traição, Renato Russo se debruçou na obra Les Fleurs du Mal, do poeta Charles Baudelaire, para conseguir colocar suas mágoas em palavras. A obra, com trechos ácidos sobre a morte, o tédio e o erotismo, chegou a inclusive ter poemas proibidos, que só voltaram a circular em edições póstumas. O grupo Barão Vermelho também se apropriou da aura sombria do livro para compor a música Flores do Mal, de temática igualmente trágica.

Reconvexo (Caetano Veloso)

Quem não sentiu o suingue de Henri Salvador? Essa é uma das perguntas contidas em Reconvexo, música cheia de ginga, regravada também por Maria Bethânia. A referência a Salvador, famoso cantor e guitarrista de jazz francês, vem da relação estreita entre ele e o Brasil. Dizem que Tom Jobim teria sido influenciado pelo hit Dans mon île para escrever e ritmar suas canções no nascimento da bossa nova. A conexão com a brasilidade foi tanta que Salvador convidou Caetano e Gilberto Gil para duetos em seu álbum Révérance, de 2006, já no final da sua carreira titânica, que começou ainda nos longínquos anos 30.

 

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OS MAIS LINDOS VILAREJOS DA FRANÇA

enduradas em colinas ou não, as vilas resgatam um passado histórico medieval que hoje parece desprendido de um livro de ficção. Esses refúgios distantes das metrópoles aceleradas ainda guardam suas pedras centenárias e uma natureza que não sofreu tantos retoques. Tão importante é a sua conservação que há, inclusive, uma associação para protegê-las, a Les plus beaux villages de France, que reúne em seu site inúmeros recônditos pontos para conhecer, a maioria com site oficial para buscar mais detalhes. Selecionamos cinco dos mais lindos vilarejos de diferentes regiões da França para dar um aperitivo do que você encontrará quando se perder nas estradas:

Gordes, Provence

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Gordes já era um povoado desde o tempo do Império Romano, o que lhe relegou uma arquitetura defensiva e imponente, com labirintos de pedras debruçados sobre a colina. Tido como um dos mais belos vilarejos pela associação Les plus beaux villages de France, ele guarda um castelo renascentista que hoje desempenha o papel de museu, dispondo obras do pintor belga Pol Mara. Outro símbolo são as casas de pedra construídas em formato de iglu na vila de Bories. A Abadia de Senanque é o ponto alto, especialmente quando, na extensa área externa, a lavanda floresce. Aliás, não deixe de garantir o seu “miel de lavande” quando for até lá.

Visite o site oficial 

Etretat, Normandie

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A região costeira de Etretat ostenta esculturas naturais chamadas falésias, que mais parecem portais esculpidos pela natureza. O impressionante é que essas estruturas gigantescas se estendem por cerca de 140 km de extensão, e cada pico tem um nome diferente. O mais famoso é o Porte d’Aval, com um formato único, construído graças a força dos golpes das ondas durante milhares de anos. Além do bálsamo de belezas naturais, que já inspiraram Guy de Maupassant e Monet, a Capela de Notre-Dame, com sua torre pontiaguda, também vale ser vista. A programação cultural do lugar é intensa, preenchida com concertos e festas temáticas todos os anos.       

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Riquewihr, Alsace

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Os vinhedos dessa porção de terra em Alsace percorrem colinas a fio, e são responsáveis por produzir excelentes vinhos, o que deu a região o apelido “perle du vignoble”. Mas, para além das taças degustadas, os chalés coloridos e embrenhados nas montanhas fazem crer que se está andando entre casinhas de boneca, com praças e fontes pipocando pelas ruas. Riquewihr também é contemplado com o selo Les plus beaux villages de France, sendo uma típica vila alsaciana com ares medievais. O castelo de Wurtemberg é um dos pontos altos culturais, adquirido pelo conde da cidade homônima alemã em 1324. Se o desejo é conhecê-la no friozinho, aproveite para pegar a temporada do marché de noël.

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Auxerre, Bourgogne

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As torres da enorme Catedral Saint-Étienne d’Auxerre são vistas desde o rio Yonne, que margeia a vila. De estilo renascentista, ela foi construída entre 1215 e 1233, ficando pronta somente por volta de 1560, completando três séculos de empenho para ser vista desde muito longe. Já a praça principal Charles-Surugue, feita exclusivamente para pedestres, parece saída de um filme de ficção fantástica, com um portal medieval dispondo um majestoso relógio. A Abadia Saint-Germain, erguida há mais de mil anos, completa o pacote histórico que Auxerre tem a oferecer. Não deixe de fazer um passeio noturno, quando o rio recebe o brilho das luzes.

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Ornans, Franco Condado

Beautiful little town at the Loue river in France

Terra do pintor Gustave Courbet, pioneiro na arte realista, Ornans é parada obrigatória para quem quer conhecer a coleção de suas obras, em exposição no Musée Courbet. As paisagens bucólicas da vila se orgulham de ter participado de tantas telas do pintor, tal como Vue d’Ornans, e para quem quiser explorar a veia artística, há vários ateliers de pintura oferecidos. Outras surpresas estão muito bem escondidas, como as grutas e cavernas na região, além de opções mais aventurescas, como escaladas nos penhascos e canoagem.

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ORIGEM DAS PALAVRAS: COMIDAS FRANCESAS

O vocabulário gastronômico tem derivações bem variadas. Canapé, por exemplo, teve origem em uma peça de mobiliário do século XIV. Já quiche e baguette tem berço em palavras de outras línguas, como alemão e italiano. Selecionamos os clássicos da culinária e pesquisamos suas etimologias para você conhecer a história que vai além do paladar.

Canapé

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A palavra, em sua origem, remete a uma peça de mobiliário, o sofá, da época do rei Luís XIV. Já o tira-gosto canapé, que consiste em uma pequena fatia de pão ou torrada sobre a qual se coloca alguma iguaria, derivou desse termo por ser pequeno e não necessariamente ter de ser comido à mesa, mas sim na sala de estar. Très curieux!

Croquette

Three small breadcrumbed fried food roll containing, mashed potatoes with fish, meat or vegetables

Do verbo croquer, que em francês significa mastigar ou morder, o croquette deriva do verbo por ter uma casquinha bem crocante, que sonoramente combina com o ato de mastigar e sentir o alimento “estalar na boca”. O croquette é servido frito e seu recheio pode variar bastante, desde batatas com queijo até carnes.

Quiche aux Champignons

quiche Lorraine with chicken, mushrooms and broccoli on the table

A palavra vem do alemão küchen, que significa “bolo” ou “torta”. O surgimento na França remonta ao século XVI, na cidade de Nancy. Já o champignon é um tipo de cogumelo bem presente em território francês. O champignon de Paris, por exemplo, é o mais consumido no mundo e bem popular no Brasil.

Croissant

Fresh baked croissants

Do francês, croissant quer dizer crescente, e o formato do pão em meia-lua provém daí. O croissant é o queridinho das boulangeries, famoso pela sua massa folhada e amanteigada, que desmancha na boca. A rainha Maria Antonieta foi quem introduziu essa délice na França, que é originalmente de Viena, também sua terra natal.  

Pão francês

fresh rolls

O indispensável pãozinho francês do Brasil era bem diferente até o fim do século XIX, pois tinha coloração e miolo escuros. O formato tal qual o conhecemos teve inspiração nos pães de Paris, que tem casca dourada e miolo branco. Não demorou para ele chegar por aqui, pois as famílias ricas, depois de viajarem para a França, pediam aos seus cozinheiros para reproduzir a receita e imitar o pão que comiam quando viajavam. Portanto, não existe pão “francês” na França, d’accord?

Baguette

Homemade french bread in Basket

A palavra se origina do francês baguette, que se traduz em “pão fino e comprido”. Indo mais a fundo, ela deriva da palavra italiana bacchetta, que quer dizer “bastão” ou “vareta”. O formato longo e fino desse pão, que pode atingir até 60 centímetros, é um dos mais procurados na França, e não é raro vermos alguém caminhar pelas ruas com uma baguette debaixo dos braços e uma garrafa de vinho para o jantar.

Soufflé

cheese souffle

A massa aerada, que parece que foi assoprada por alguém, tem a ver com o termo francês “souffler”, ou seja, soprar, respirar. Poétique, non? A textura leve depende de como a clara em neve é preparada, que deve ser muito bem batida para que não perca o ar ao sair do forno, e assim acabe murchando. O suflê, como é chamado no Brasil, pode ser comido doce ou salgado.

Fondue

Cheese fondue – piece of bread (croutons) in a liquid cheese

Somente o nome é francês, pois o prato é tipicamente suíço, sabia? O fondue é normalmente feito de queijo derretido, que antigamente era colocado e fundido em grandes quantidades em um caldeirão. Quando os franceses decidiram aproveitar a ideia de banhar pães em queijos quentinhos, veio o nome fondu, ou seja, fundido em francês.

Crème brulée

Creme Brulee On A Blue Board With A Hand Holding A Spoon And Taking A Piece Of It

O emblema do doce é sua crosta de açúcar, que permanece por cima do creme e é queimada com um maçarico para que fique dourada e crocante. O nome tem sua origem dessa etapa, que quer dizer literalmente “creme queimado” em francês.

Mousse

homemade chocolate mousse

Bem leve, assim como o soufflé, mousse significa “espuma” em francês, e sua consistência é mesmo bem parecida, tanto que é conhecida como “sabor da nuvem”. Pode ser preparada doce ou salgada e também usada como complemento em alguns pratos.

Petit-gâteau

petit-gateau-capa 

Na França, é conhecido como moelleux au chocolat, e o nome tal qual se popularizou no Brasil, petit-gâteau, significa “pequeno bolo” em francês.Já a origem da receita é americana, e segundo reza a lenda, um chef aprendiz aqueceu demais o forno, fazendo com que o bolinho ficasse consistente por fora, e cremoso por dentro. Tradicionalmente, é servido junto a um sorvete para divertir o paladar com a mistura quente/frio.

 

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CURIOSIDADES SOBRE O GRAND PALAIS

Assim como a Torre Eiffel, o Grand Palais foi inaugurado para a Exposição Mundial de 1900, evento que teve o objetivo de mostrar ao público inovações tecnológicas, as novas aspirações das artes e celebrar as conquistas do século. Joia arquitetônica, ele serviu como uma vitrine do estilo art nouveau, cheio de adornos e curvas, como pode ser visto em sua porta de entrada e em sua cúpula toda de vidro. Conheça alguns fatos sobre a sua história:

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A cúpula de vidro, também chamada de nave, durante evento

Exposições separadas em salões

O Grand Palais abrigou exposições que se dividiam entre os vários salões, cada um restrito a uma temática diferente: salão dos artistas franceses, dos artistas independentes, dos pintores, gravadores e litógrafos, além dos salões técnicos, que tinha entre os destaques o salão do automóvel. Outros salões eram mais inusitados, e contavam com exposições de aparatos de uso doméstico, por exemplo.

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Detalhes da escadaria do Grand Palais 

Em 1964 foram criadas as Galeries Nationales du Grand Palais, ainda em atividade e  destinadas a receber mostras temporárias, como a de Pablo Picasso, em 1966, e outras atuais, como a retrospectiva de Rodin, que traz 200 obras do artista, em cartaz até julho deste ano. O teto de vidro art nouveau é uma obra à parte, e as exposições costumam receber uma grande quantidade de trabalhos, que ficam expostos de três a quatro meses ao público. As Galeries  permanecem abertas somente quando as mostras temporárias acontecem, então é bom checar o site antes de ir.

Bande-annonce da exposição de Rodin:


Pista de gelo no inverno

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Pista de gelo montada durante o inverno

Os meses mais gélidos reservam aos parisienses a oportunidade de ir e vir em pistas de gelo espalhadas pela cidade, mas a maior e mais bonita delas é, sem dúvida, a do Grand Palais, onde o espaço destinado às exposições ganha um tapete de gelo com pista de dança – comandadas por DJs! – todas as noites. A pista é montada em dezembro, e segue em atividade até janeiro, sendo depois desmontada para que o Palais volte a se recompor do inverno e abrigar exposições. O ambiente é fechado, mas o teto de vidro, as luzes, e a atmosfera de festa tornam esta uma atração indispensável, nem que seja só para ver o pessoal patinando.

Já foi um hospital militar

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Soldados no Grand Palais durante a Primeira Guerra, em 1916

O Grand Palais passou por momentos sombrios em sua história, já que está de pé desde quando as duas guerras mundiais aconteceram. Durante a primeira delas, o lugar serviu como um hospital militar, abrigando as tropas em camas espalhadas pelos enormes salões, e também disponibilizando tratamentos de fisioterapia, hidroterapia e radioterapia aos soldados feridos. As ações foram tão bem elaboradas que alguns conseguiram voltar à batalha. A arte, ainda assim, era mantida e posta à serviço daqueles que precisavam: alguns escultores e artistas se mobilizaram para desenhar próteses e decorar os quartos, tornando o tempo no hospital mais suportável.

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Ginásio montado para soldados na Primeira Guerra 

Na Segunda Guerra, porém, a ocupação alemã usou o palácio prevendo dois objetivos: como um depósito de caminhões e para fazer exposições devotadas à propaganda nazista. A primeira foi chamada La France européenne, e a segunda La Vie nouvelle. Ambas tiveram, felizmente, fracasso de público.

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Exposição montada pelos nazistas, já na Segunda Guerra 

O Petit Palais

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Fachada do Petit Palais. A porta art nouveau é bem semelhante ao Grand Palais

Também construído para a Exposição de 1900, o Petit Palais é sede do Musée des Beaux-Arts de la Ville de Paris, e guarda desenhos medievais e renascentistas, tapeçarias, objetos de arte, além de pinturas e esculturas francesas do século XIX. O edifício é um complemento ao Grand Palais, instalado bem à frente, e tem um museu gratuito que vale a visita, com obras de Delacroix, Rodin e Toulouse-Lautrec. A cafeteria com vista para o jardim é outro ponto alto, ideal para relaxar de um passeio. Bem no burburinho das atrações turísticas, próximo a icônica avenida Champs-Élysées, ele permanece aberto o tempo todo, diferente de seu “irmão mais velho” Grand Palais.

Veja o vídeo oficial do Grand Palais:


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