Nosso período promocional começou!

Sabe aquele sonho de estudar na França? Sabe aquela vontade de morar no Quebec? Sabe aquele desejo de visitar Paris?

Tudo isso é possível pois esses três projetos, apesar de serem diferentes, tem algo em comum: o idioma francês.

Nós da Aliança Francesa Araraquara vamos te ajudar a concretizar seu projeto. Agora é o momento. Agora, é seu momento: o período promocional começou e as inscrições com desconto são por tempo limitado

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TOP 10: MÚSICAS PARA TREINAR SEU FRANCÊS

Seja pelo ritmo calmo ou pela articulação do cantor, algumas músicas parecem ser mais fáceis de ser entendidas em francês. Selecionamos chansons clássicas e outras composições mais modernas para você treinar seu ouvido e conseguir identificar alguns mots em francês sem dificuldade:

1. Parlez-moi de lui (Françoise Hardy)

A voz doce e calma de Françoise Hardy nessa canção de melodia triste facilita a compreensão de algumas palavras. Outras músicas da cantora também são igualmente bem compostas, como Le Soleil, que tem um ritmo gostoso e um refrão que gruda no ouvido.


2. J’aime Paris Au Mois De Mai (ZAZ)

Em dueto com Charles Aznavour, ZAZ canta uma das músicas que compõem o álbum Paris, especialmente dedicado a homenagear a capital. É possível perceber quantos detalhes a fazem “amar Paris no mês de maio”, como dito no título da canção.


3. La Javanaise (Serge Gainsbourg)

O ritmo é perfeito para dançar coladinho e a voz pausada de Serge faz com que o entendimento fique mais fácil. Ele também tem várias outras composições de estilos ecléticos, do jazz ao reggae.


4. L’Amour (Carla Bruni)

A voz rouca de Carla Bruni dá bastante espaço entre as palavras. O ritmo é romântico e à primeira vista pensamos que a ex primeira dama vai falar sobre como é bom amar… Mas a letra corresponde ao contrário: “L’amour, hum hum, pas pour moi”, em tradução “O amor, hum hum, não foi feito para mim”.


5. Sous le ciel de Paris (Juliette Gréco)

Ao regravar a música, a cantora e atriz Juliette Gréco, a tornou um sucesso! Tanto que, muitos anos depois, é ZAZ quem a leva para shows mundo a fora. A chanson fala sobre a l’art de vivre de Paris de forma bem romântica.


6. Laisse tomber les filles (France Gall)

A repetição do título da canção, “Laisse tomber les filles”, em tradução, “Deixe as garotas em paz”, é quase exaustiva, mas as batidas da percussão e a levada jazz tornam a música divertida. Composta por Serge Gainsbourg, ela é cantada na voz aguda de France Grall, e é possível “pescar” algumas palavras.


7. Sympathique (Pink Martini)

Mesmo cantada e composta por uma banda americana, a música é praticamente uma aula de francês, especialmente se acompanhada do vídeo clip, bem explicativo. Algumas frases-chave como “Je ne veux pas travailler” e “Je ne veux pas déjeuner” ditam o refrão e são faladas de forma bem clara e precisa.


8. Tu veux ou tu veux pas (Brigitte Bardot)

A música é uma adaptação da canção brasileira “Nem Vem que não tem”, gravada por Wilson Simonal. A versão francesa traz a voz de Brigitte Bardot, que faz as indagações da letra de forma bem articulada, perguntando: “Tu veux ou tu veux pas”, em tradução “Você quer ou não quer?”.


9. Papaoutai (Stromae)

As batidas hip-hop dançantes de Stromae já são presença constante nas pistas por aí. A letra de Papaoutai pergunta no refrão “Où t’es, papa, où t’es?”, em tradução, “Papai, onde está você?”, daí o título da música. Com várias repetições, é fácil identificar a questão e também algumas críticas feitas ao papel do pai na criação dos filhos.


10. Samba de mon coeur qui bat (Coralie Clément)

O sambinha bem pausado é ótimo para conseguir acompanhar a letra cantada pela doce Coralie Clément. Sem agitos, a música é quase uma bossa nova, e trata de uma decepção amorosa.


 

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TOP 5: CURIOSIDADES DA POLINÉSIA FRANCESA

Pontilhando o Oceano Pacífico, a Polinésia Francesa faz parte do território ultramarino da França, o que  garante que por lá seja possível praticar o francês, língua oficial junto a outros idiomas polinésios. Naturalmente esculpida, com praias implacáveis e um povo de rica tradição cultural, o arquipélago com mais de 100 ilhas é o cenário de uma animação da Disney, Moana, que estreia 5 de janeiro no Brasil. Além do filme, a Polinésia serviu de inspiração às obras de Paul Gauguin, pintor francês pós-impressionista que retratou taitianas em seus quadros mais prestigiados. Conheça as curiosidades da Polinésia Francesa e de seus pedaços de terra perdidos no oceano:

1) Capital das pérolas negras

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As lagoas quentinhas e límpidas são verdadeiros berços de formação das pérolas mais raras do mundo, de coloração escura. A maior parte delas tem sua origem na ilha de Manihi, a maior produtora mundial, por meio da técnica da inseminação artificial. Já o processo natural acontece quando um grão de areia fica preso em um tipo específico de ostra, chamado Pinctada margaritifera, e como forma de proteção a este corpo estranho, a ostra começa a criar camadas ao redor do grão e voilà: a pérola ganha forma. As cores são bem variadas, indo do negro ao azul, bronze, e até mesmo rosa. Intéressant!

2) A tatuagem é uma tradição

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A arte de se tatuar está presente na Polinésia há cerca de 2 mil anos e traz uma série de símbolos que podem ser combinados para criar significados distintos, que geralmente remetem ao poder espiritual, força e proteção para quem os carrega na pele. Alguns relatos do diário de bordo de James Cook, capitão inglês que explorou a região no século XVIII, descrevem a tradição dos nativos, e o termo “tatu”, cunhado pelos taitianos, chegou à Europa logo após retornar de suas expedições. Daí o termo “tattoo”, como normalmente se traduz o costume de imortalizar desenhos sobre a pele.

3) Flores por toda a parte

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As flores polinésias são simbólicas e expressam até mesmo o estado civil das mulheres, dependendo do lado em que carregam a flor atrás da orelha. A Tiare Tahiti é uma delas, encontrada nos típicos colares dados aos turistas em sinal de boas vindas. Muito mais rara é a Tiare Apetahi, espécie de gardênia branca que é o emblema de Raiatea, a segunda maior ilha. Os nativos acreditam em uma lenda para sua origem no Monte Tehemani, único lugar no mundo em que é encontrada, intrigando botânicos. Segundo a história, a flor nasceu após uma mulher ter seu coração partido ao não ser autorizada a casar com o filho do rei.

4) Rica em cultura popular

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Além da essência tropical que transborda na porção de ilhas do arquipélago, a cultura da região é marcada por danças e músicas tradicionais que remontam desde a época pré-colonial. A valorização da espiritualidade também é vista nos vários maraes, locais sagrados espalhados pelas ilhas e que antigamente funcionavam para cultuar os deuses. Um deles, Taputapuatea, ao sul de Raiatea, é o mais famoso e serviu para reunir figuras importantes de toda a Polinésia e até da Nova Zelândia há cerca de mil anos atrás.    

5) Sombra e água fresca nos bungalows

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As praias que parecem ter saído de um generoso sonho podem ser aproveitadas durante toda a estadia em casas suspensas sobre o mar turquesa, chamadas bungalows. Os hotéis estrelados, especialmente os de Bora Bora, a ilha mais cara para se hospedar, oferecem acomodações nesse estilo por uma pequena fortuna. Seguindo o estilo rústico, com telhado de sapê, as casas não precisam de adornos luxuosos, pois é impossível competir com um cenário tropical como esse, vous êtes d’accord?

TOP 5: SÉRIES FRANCESAS QUE VALEM A PENA

Difícil encontrar quem não esteja acompanhando ao menos um seriado, ou vários juntos, e acumule uma boa dose de ansiedade a cada temporada, fugindo dos onipresentes spoilers. Além de serem uma distração, os enredos conseguem nos aproximar da língua e da cultura de um país. Se o objetivo é afinar o francês, eles certamente são uma ferramenta muito bem-vinda para trabalhar o ouvido, a dicção, e descobrir novos vocabulários – você pode ver aqui boas dicas de memorização também! Selecionamos as séries mais elogiadas pela crítica, voilà:

Les Revenants

Com roteiro de inspiração sobrenatural, a trama acontece em uma pequena cidade francesa, onde várias pessoas dadas como mortas reaparecem do nada, como se nada tivesse acontecido. Criada por Fabrice Gobert, é uma adaptação do filme homônimo “Eles Voltaram”, em tradução para o português. A cidade no interior na França acaba desnorteada com o retorno dos mortos, que tentam se ressocializar novamente junto aos vivos. Bizarre, non? A série deixa um gostinho de tensão e suspense saborosos, que são degustados enquanto os revenants agitam e tumultuam a cidade.


Un Village Français

Perfeita para quem prefere tramas históricas, a série é um sucesso na França e usa o período da ocupação alemã como deixa para o desenrolar da narrativa, que acontece na cidade francesa fictícia de Villeneuve. Nessa nova configuração, que se dá entre 1940 e 1945, muitos moradores são mortos enquanto os que restam devem se curvar ao regime alemão e suas imposições além de realinhar sua rotina com as ordens vindas dessa nova presença estrangeira.


Engrenages

A receita típica de muitas séries é a ficção policial, que se desenrola ao redor de um crime que precisa ser solucionado. Em Engrenages, também conhecida como Spiral, a história é muito bem desenvolvida e, junto ao sistema judiciário francês, as mortes assombrosas são desmistificadas com maestria. A rotina de trabalho em conjunto dos detetives, advogados, procuradores e juízes é  mostrada, enquanto o espectador se deixa levar por uma série de questões até que os nós de suspense sejam desfeitos. A série fez muito sucesso tanto na França como nos mais de 70 países em foi exibida.

Braquo

Com altos níveis de audiência, a série acompanha a routine de policiais que trabalham em Hauts-de-Seine, na França. Depois do suicídio de um comandante, acusado de violência contra um suspeito, os quatro policiais personagens principais da história começam uma investigação com o objetivo de limpar o nome do amigo e sua honra. Para conseguirem provas de que ele é inocente, porém, burlam regras e perseguem órgãos públicos. A primeira temporada registrou recorde de público, desbancando muitas produções americanas que prezam pelo mesmo tipo de enredo.

Marseille

Série produzida para a Netflix, Marseille conta com Gérard Depardieu como protagonista, desempenhando o papel de presidente da câmara da cidade francesa que dá nome ao seriado. O jogo político é o pano de fundo de toda a narrativa, centrada na passagem de poder do presidente da câmara para seu filho, ocasião que serve de estopim para uma disputa e guerra de egos pelo controle de Marseille. Não vai ser fácil passar o bastão!  

VISITAS NOTURNAS EM PARIS: MUSEUS

Economizar tempo é fundamental para conseguir visitar todas as atrações que te esperam em Paris, e perder tempo em filas homéricas pode atrapalhar os planos, né? Se os museus estão na sua lista, a dica é conhecê-los em visitas noturnas, deixando o dia livre para fazer atividades en plein air. Abaixo, selecionamos alguns que oferecem essa possibilidade:

Le Musée du Louvre

Bien sûr! Não podíamos esquecer dele, dono de filas que roubam horas e horas dos turistas. A dica é realizar as visitas às quartas-feiras, dia em que é possível perambular até às 22h, e assim garantir o tour por essa destination incontournable.

Centre Georges Pompidou

O complexo de arte é símbolo do poder de criação moderna, e permanece aberto até às 21h todos os dias. Nas quintas-feiras, o horário é ainda mais estendido, indo até às 23h para as exposições temporárias.

Le Palais de Tokyo

Também dedicado à arte moderna e contemporânea, o nome do lugar faz alusão à Avenue de Tokio, como era chamada a avenida próxima ao museu entre os anos 1918 e 1945, além da Place de Tokyo, localizada bem em frente. O horário de visitação é generoso: até meia noite!

Le Musée Rodin

As coleções do escultor estão bem guardadas nesse espaço, que fica no 7e arrondissement. Além de observar seu trabalho cuidadoso, o visitante pode relaxar no jardim tranquilamente até às 20h45 nas quartas-feiras.

Musée du Quai Branly

Aproveite que já vai estar no 7e arrondissement depois de conferir o Musée Rodin e visite o Quai Branly, especializado nas artes das civilizações da África, Ásia, Oceania e Américas. Os curiosos podem se perder no tempo até às 21h.

La Fondation Cartier

No Boulevard Raspail, onde também fica a Alliance Française Paris, a Fondation Cartier proporciona uma visitação noturna às terças-feiras, às 22h, enquanto que nos outros dias, exceto na segunda-feira, o horário vai até 20h. A arte contemporânea é o foco das obras lá alocadas.

Le Grand Palais

Com exposições de grande sucesso popular, o Grand Palais organiza visitas às quintas e sextas-feiras até às 22h. Vale a pena conhecer este que é um dos espaços mais famosos, com sua incrível grande nave de vidro.

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TOP 3: CURIOSIDADES SOBRE GUSTAVE EIFFEL

Gustave Eiffel, que empresta seu sobrenome ao maior símbolo da França: a Tour Eiffel! Separamos algumas curiosidades para além de sua obra prima:

Bordeaux foi cenário de seu primeiro projeto

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Bem cedo, aos 26 anos, Eiffel se dedicou ao projeto de uma ponte ferroviária de mais de 500 metros, o que já demonstrava sua habilidade em projetar construções baseadas na utilização de estruturas metálicas. Hoje, a obra denominada Passerelle St Jean, está desativada, mas faz parte do conjunto de monumentos históricos protegidos, que desde 1860 liga Garonne à Bordeaux.

Obras espalhadas por Portugal

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Eiffel não restringiu seu talento apenas à França. A emblemática Ponte Maria Pia, que passa sobre o Rio Douro, em Portugal, é de sua autoria. Outras obras estão espalhadas pela América Latina, mas colocam sua autoria em dúvida: é difícil provar a participação de Eiffel, e a história acaba ficando meio nebulosa quanto à identidade do projetista. O que é certo é que em Portugal sua influência foi maior, tendo o francês inclusive morado no país.

Teve participação na Estátua da Liberdade

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Já é sabido que a estátua foi um presente dos franceses aos americanos, em comemoração ao centenário da independência dos Estados Unidos, sendo então um símbolo da boa relação entre os dois países. O que poucos sabem, no entanto, é que a estrutura de ferro foi projetada por Eiffel. Oui! Sua intervenção foi essencial para que a escultura de Frédéric Auguste Bartholdi, também francês, saísse do papel e enfeitasse Nova York. 

 

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TOP 3: SITES PARA TREINAR A FONÉTICA

Na hora de se expressar oralmente, a língua francesa pede que prestemos atenção em algumas regras de pronúncia. As liaisons, por exemplo, são espécies de ligações que temos de fazer entre as palavras para pronunciá-las corretamente, mas temos ainda várias outras constantes que podem ser aprendidas com a prática. Para te ajudar, separamos 3 sites que te ajudam a consolidar a fonética também fora da sala de aula:

Podcast Français Facile

Bem completo, há vários podcasts na aba “phonétique” que podem ser ouvidos e repetidos pelo aluno. O melhor é que são separados por categoria, por exemplo: “liaisons obligatoires”, “les sons E – OU”, “nasalisation e dénasalisation” e muitos outros, sendo que cada categoria vem com exercícios de fixação. Acesse aqui

Parlons Français com a TV5MONDE

A emissora francesa disponibiliza, em seu site, um espaço excelente para o aprendizado do idioma, e se a ideia é melhorar a pronúncia e a entonação, os vídeos curtos te ajudam a encontrar o som perfeito! Dá para filtrar por nível de conhecimento do idioma, e o mais legal é que os vídeos são dinâmicos e engraçados. Acesse aqui.

Phonetique.free

Ainda que tenha o layout antigo, o site reúne exercícios interessantes e é inteiramente dedicado à fonética. As divisões por “alphabet”, “phonèmes”, “autres” e “virelangue” facilitam a organização por conteúdo, e os áudios são perfeitos para treinar a escuta e reparar na sonoridade das palavras. Acesse aqui.

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CURIOSIDADES SOBRE LOUIS VUITTON E SUA MARCA

Na lista das marcas melhor avaliadas do mundo, a Louis Vuitton começou a vingar ainda no século XIX, em Paris, quando seu fundador, que dá nome à grife, se arriscou ao tentar criar modelos de malas de viagem diferentes dos que já circulavam. Os produtos, todos fabricados artesanalmente até os dias de hoje, sempre levaram consigo o conceito de exclusividade, já que eram feitos manualmente e em quantidade limitada. Quem flanar pela avenue Champs-Élysées pode ver a maison da década de 1930, com fachada em estilo Art Déco, ou mesmo conhecer outro monumento emblemático da marca, a Fondation Louis Vuitton, no parque Bois de Boulogne.
Selecionamos algumas curiosidades da LV e também da trajetória desse empreendedor:

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O criador da marca, Louis Vuitton

O começo ousado

Filho de uma família de moleiros e carpinteiros, Louis Vuitton nasceu na Suíça, mas aos 14 anos resolveu deixar sua terra natal e ir para Paris aprender a trabalhar com a madeira. Contratado como aprendiz de um fabricante de baús de viagem, foi lá que conseguiu extrair a expertise que precisava para criar sua marca.   

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Maison na Champs-Élysées

Este monumento histórico da década de 30, patrimônio da França, já foi considerado a maior loja de produtos de viagem do mundo, e ainda hoje conserva a fachada em estilo Art Déco, com seu letreiro imponente. Além de loja, o lugar também possui uma galeria dedicada à arte contemporânea.

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A maison na Champs-Élysées

O fecho inviolável

Um dos diferenciais das malas e baús de viagem que Vuitton criou em 1886 foi seu fecho, um sistema inteligente que tornou as bagagens praticamente arcas do tesouro. As famílias abastadas, que precisavam viajar com frequência e queriam levar consigo roupas e joias caríssimas, começaram a ter confiança nas malas LV para carregar seus pertences.

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A identidade da marca

Em 1896 Louis Vuitton começou a pensar em como daria personalidade aos seus produtos, que teriam que ser facilmente identificados por uma marca. A ideia foi, então, criar o monograma das letras “L” e “V’, juntamente com símbolos que reproduziam flores. O monograma perdura até hoje, estampando os tecidos usados na fabricação dos produtos. De tão famosos, são mundialmente pirateados e reproduzidos.

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O monograma “LV” usado até hoje 

A Fondation Louis Vuitton

O design surrealmente futurista da Fondation já chama a atenção por si só, mas a coleção de arte moderna também vale a visita. O lugar dispõe, além do amplo espaço para exposições itinerantes, de biblioteca, restaurante e programação musical. A fundação também receberá obras de museus como o MoMA, em Nova York, para uma exposição que ficará em cartaz até março de 2018. Projetada por Frank Gehry, a maison foi aberta ao público em 2014, e já ocupa lugar entre os mais importantes espaços de arte.  

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A arquitetura futurista da Fondation Louis Vuitton 

 

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LUGARES PARA SE SENTIR NA FRANÇA EM SP

A capital paulista guarda um bom bocado de espaços que resgatam a essência francesa. Há desde edifícios históricos que aproveitaram a licença poética para se inspirar na arquitetura e nos jardins franceses, além de bistrôs, boulangeries e pâtisseries que primam pela tradição em suas receitas. Selecionamos alguns lugares para você se sentir na França em São Paulo e encontrar a joie de vivre por aqui:   

Theatro Municipal

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Fortemente influenciado pela Ópera Nacional de Paris, a construção de traços renascentistas e barrocos está fixada desde 1911 na região central da cidade, próxima ao metrô Anhangabaú. Tão rico em adornos como a parte externa, o interior do edifício revela bustos, afrescos, cristais, colunas neoclássicas, mosaicos e vitrais. Para mostrar sua imponência, a escadaria de mármore italiano, logo na entrada do edifício, é coberta com um impecável tapete vermelho, tendo duas esculturas francesas de bronze dispostas no corrimão representando as musas da música e da poesia. A ornamentação do Theatro é quase toda simbolizada por elementos clássicos, que fazem alusão à mitologia greco-romana, vide os conjuntos de esculturas da fachada principal. O lugar também é representativo por ter abrigado a movimentação artística da Semana de 22, além de ter tido em seu palco Ella Fitzgerald, Villa-Lobos entre muitos outros expertises da música.

Veja o site.

Jardim do Museu do Ipiranga

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Se ainda não teve oportunidade de visitar os jardins do Chateau de Versailles, a disposição metódica e simétrica do jardim do Museu do Ipiranga pode fazer uma boa correspondência. Projetado pelo paisagista belga Arsenius Puttemans e entregue ao público em 1909, não à toa é chamado de Jardim Francês por ser inspirado nas formas neoclássicas de André Le Notre, responsável pelo projeto do Chateau de Versailles. Situado no bairro do Ipiranga, o conjunto inclui o Monumento à Independência, a Casa do Grito, o Riacho do Ipiranga, o Horto Botânico e o Museu Paulista, o mais antigo da cidade. A caminhada pelas trilhas ao redor do Museu vale o passeio, e a bicicleta é liberada somente para crianças.

Veja o site.

Casa das Rosas

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A mansão em estilo clássico francês tem trinta cômodos, edícula, jardins, pomar, e hoje é um símbolo cultural da cidade, já que não faltam eventos ligados à literatura, artes e cinema. Esse respiro no meio da Avenida Paulista foi projetado por Francisco de Paula Ramos de Azevedo, o mesmo que desenhou a Pinacoteca e o Mercado Público de São Paulo. A casa, construída em 1935, época em que a região era morada dos barões do café, quase foi derrubada pela expansão imobiliária que tomou a região de prédios comerciais. Preservado em ação inédita no Brasil, o lugar foi restaurado e transformado pelo Estado em espaço cultural, inaugurado como parte das comemorações do centenário da Avenida, em 1991.

Veja o site.

Cafés e Docerias

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Éclairs da Éclair Moi

Para os aficionados pela pâtisserie francesa, conhecida pela delicadeza da decoração e do sabor, o Éclair Moi é uma excelente opção, já que é especialista em bombas, chamadas éclair em francês. Outra boa pedida é a Douce France, que tem unidades na Aliança Francesa do Centro e da Faria Lima, além de outros endereços. Por lá é possível encontrar tartes, macarons, brioches, croissants e outros clássicos. A hora do café pode ser aproveitada aos pés do edifício Martinelli, que oferece uma cafeteria no térreo, com decoração à la Paris do século XIX, além de iguarias como o vol-au-vent, tradicional torta de massa folhada. Outra opção é o Lapin, com ambientação provençal e várias délices como quiches e uma infinidade de baguetes.  

Bistrôs e Padarias

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Terraço do restaurante Esther

Ao som de jazz, é possível provar o cassoulet a um preço honesto no Le Jazz Brasserie, que tem três unidades muito bem avaliadas pelo público frequentador, uma delas em Pinheiros. Outro crème de la crème da gastronomia é o La Casserole, em frente ao mercado de flores do Largo do Arouche, no Centro. Aberto em 1954, ele conta com chefs que comandam o fogão há mais de 50 anos, servindo pratos tradicionais da culinária francesa, como a sopa de cebola ou o terrine de foie gras. O Esther Rooftop é uma nova opção, também no Centro e situado no terraço do primeiro prédio modernista de São Paulo, comandado pelo chef e apresentador Olivier Anquier. Já as padarias, boulangeries em francês, estão bem representadas com Le Vin e Maria Madeleine, que servem brioches fresquinhos, pains au chocolat, terrines e madeleines para todos os gostos.

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BAIRROS PREFERIDOS DOS PARISIENSES

 

O site francês Le Bonbon publicou uma matéria em que elenca alguns dos bairros preferidos pelos parisienses. Nós listamos aqui o resultado, e damos nossos palpites sobre os motivos de eles serem os queridinhos por lá:

Le Quartier Latin

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Epicentro de universidades e escolas, é lá que a Sorbonne está fixada, e por concentrar milhares de estudantes, a veia cultural latente da região já revelou movimentos históricos super importantes, a exemplo das manifestações de maio de 1968. O nome do bairro deriva do tempo em que o latim era o idioma oficial usado entre alunos e professores. A boemia também tem seu lugar, sempre regada a boas discussões guiadas pelos estudantes.

 

Le Quartier des Batignolles

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Lugar dos hipsters, bien sûr! Entre bistrôs familiares antigos e pistas de skate, o quartier é frequentado pelos jovens moderninhos que adoram ostentar uma barba comprida, chamados “bobôs”, em francês. O lugar tem ares de “vila”, bem tranquilo em alguns aspectos, descrito por muitos como um “choque de gerações” por proporcionar o encontro entre os jovens e a população mais velha, apegada à tradição. O escritor Émile Zola, inclusive, chegou a morar no coração do bairro, na Rue de la Condamine.

Le Marais

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Do lixo ao luxo, o lugar antes era um pântano enlameado, e atualmente se estabelece como uma das zonas mais sofisticadas de Paris. A mudança se deu quando Henrique IV construiu a place Royale (hoje chamada place des Vosges) e então atraiu os endinheirados para perto. Muito disputado, viver no Marais custa caro, e um pólo de atrações noturnas interessantes ainda se mantém pulsando, a exemplo de pubs e casas noturnas.

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