TOP 3: SITES PARA TREINAR A FONÉTICA

Na hora de se expressar oralmente, a língua francesa pede que prestemos atenção em algumas regras de pronúncia. As liaisons, por exemplo, são espécies de ligações que temos de fazer entre as palavras para pronunciá-las corretamente, mas temos ainda várias outras constantes que podem ser aprendidas com a prática. Para te ajudar, separamos 3 sites que te ajudam a consolidar a fonética também fora da sala de aula:

Podcast Français Facile

Bem completo, há vários podcasts na aba “phonétique” que podem ser ouvidos e repetidos pelo aluno. O melhor é que são separados por categoria, por exemplo: “liaisons obligatoires”, “les sons E – OU”, “nasalisation e dénasalisation” e muitos outros, sendo que cada categoria vem com exercícios de fixação. Acesse aqui

Parlons Français com a TV5MONDE

A emissora francesa disponibiliza, em seu site, um espaço excelente para o aprendizado do idioma, e se a ideia é melhorar a pronúncia e a entonação, os vídeos curtos te ajudam a encontrar o som perfeito! Dá para filtrar por nível de conhecimento do idioma, e o mais legal é que os vídeos são dinâmicos e engraçados. Acesse aqui.

Phonetique.free

Ainda que tenha o layout antigo, o site reúne exercícios interessantes e é inteiramente dedicado à fonética. As divisões por “alphabet”, “phonèmes”, “autres” e “virelangue” facilitam a organização por conteúdo, e os áudios são perfeitos para treinar a escuta e reparar na sonoridade das palavras. Acesse aqui.

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CURIOSIDADES SOBRE LOUIS VUITTON E SUA MARCA

Na lista das marcas melhor avaliadas do mundo, a Louis Vuitton começou a vingar ainda no século XIX, em Paris, quando seu fundador, que dá nome à grife, se arriscou ao tentar criar modelos de malas de viagem diferentes dos que já circulavam. Os produtos, todos fabricados artesanalmente até os dias de hoje, sempre levaram consigo o conceito de exclusividade, já que eram feitos manualmente e em quantidade limitada. Quem flanar pela avenue Champs-Élysées pode ver a maison da década de 1930, com fachada em estilo Art Déco, ou mesmo conhecer outro monumento emblemático da marca, a Fondation Louis Vuitton, no parque Bois de Boulogne.
Selecionamos algumas curiosidades da LV e também da trajetória desse empreendedor:

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O criador da marca, Louis Vuitton

O começo ousado

Filho de uma família de moleiros e carpinteiros, Louis Vuitton nasceu na Suíça, mas aos 14 anos resolveu deixar sua terra natal e ir para Paris aprender a trabalhar com a madeira. Contratado como aprendiz de um fabricante de baús de viagem, foi lá que conseguiu extrair a expertise que precisava para criar sua marca.   

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Maison na Champs-Élysées

Este monumento histórico da década de 30, patrimônio da França, já foi considerado a maior loja de produtos de viagem do mundo, e ainda hoje conserva a fachada em estilo Art Déco, com seu letreiro imponente. Além de loja, o lugar também possui uma galeria dedicada à arte contemporânea.

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A maison na Champs-Élysées

O fecho inviolável

Um dos diferenciais das malas e baús de viagem que Vuitton criou em 1886 foi seu fecho, um sistema inteligente que tornou as bagagens praticamente arcas do tesouro. As famílias abastadas, que precisavam viajar com frequência e queriam levar consigo roupas e joias caríssimas, começaram a ter confiança nas malas LV para carregar seus pertences.

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A identidade da marca

Em 1896 Louis Vuitton começou a pensar em como daria personalidade aos seus produtos, que teriam que ser facilmente identificados por uma marca. A ideia foi, então, criar o monograma das letras “L” e “V’, juntamente com símbolos que reproduziam flores. O monograma perdura até hoje, estampando os tecidos usados na fabricação dos produtos. De tão famosos, são mundialmente pirateados e reproduzidos.

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O monograma “LV” usado até hoje 

A Fondation Louis Vuitton

O design surrealmente futurista da Fondation já chama a atenção por si só, mas a coleção de arte moderna também vale a visita. O lugar dispõe, além do amplo espaço para exposições itinerantes, de biblioteca, restaurante e programação musical. A fundação também receberá obras de museus como o MoMA, em Nova York, para uma exposição que ficará em cartaz até março de 2018. Projetada por Frank Gehry, a maison foi aberta ao público em 2014, e já ocupa lugar entre os mais importantes espaços de arte.  

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A arquitetura futurista da Fondation Louis Vuitton 

 

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LUGARES PARA SE SENTIR NA FRANÇA EM SP

A capital paulista guarda um bom bocado de espaços que resgatam a essência francesa. Há desde edifícios históricos que aproveitaram a licença poética para se inspirar na arquitetura e nos jardins franceses, além de bistrôs, boulangeries e pâtisseries que primam pela tradição em suas receitas. Selecionamos alguns lugares para você se sentir na França em São Paulo e encontrar a joie de vivre por aqui:   

Theatro Municipal

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Fortemente influenciado pela Ópera Nacional de Paris, a construção de traços renascentistas e barrocos está fixada desde 1911 na região central da cidade, próxima ao metrô Anhangabaú. Tão rico em adornos como a parte externa, o interior do edifício revela bustos, afrescos, cristais, colunas neoclássicas, mosaicos e vitrais. Para mostrar sua imponência, a escadaria de mármore italiano, logo na entrada do edifício, é coberta com um impecável tapete vermelho, tendo duas esculturas francesas de bronze dispostas no corrimão representando as musas da música e da poesia. A ornamentação do Theatro é quase toda simbolizada por elementos clássicos, que fazem alusão à mitologia greco-romana, vide os conjuntos de esculturas da fachada principal. O lugar também é representativo por ter abrigado a movimentação artística da Semana de 22, além de ter tido em seu palco Ella Fitzgerald, Villa-Lobos entre muitos outros expertises da música.

Veja o site.

Jardim do Museu do Ipiranga

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Se ainda não teve oportunidade de visitar os jardins do Chateau de Versailles, a disposição metódica e simétrica do jardim do Museu do Ipiranga pode fazer uma boa correspondência. Projetado pelo paisagista belga Arsenius Puttemans e entregue ao público em 1909, não à toa é chamado de Jardim Francês por ser inspirado nas formas neoclássicas de André Le Notre, responsável pelo projeto do Chateau de Versailles. Situado no bairro do Ipiranga, o conjunto inclui o Monumento à Independência, a Casa do Grito, o Riacho do Ipiranga, o Horto Botânico e o Museu Paulista, o mais antigo da cidade. A caminhada pelas trilhas ao redor do Museu vale o passeio, e a bicicleta é liberada somente para crianças.

Veja o site.

Casa das Rosas

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A mansão em estilo clássico francês tem trinta cômodos, edícula, jardins, pomar, e hoje é um símbolo cultural da cidade, já que não faltam eventos ligados à literatura, artes e cinema. Esse respiro no meio da Avenida Paulista foi projetado por Francisco de Paula Ramos de Azevedo, o mesmo que desenhou a Pinacoteca e o Mercado Público de São Paulo. A casa, construída em 1935, época em que a região era morada dos barões do café, quase foi derrubada pela expansão imobiliária que tomou a região de prédios comerciais. Preservado em ação inédita no Brasil, o lugar foi restaurado e transformado pelo Estado em espaço cultural, inaugurado como parte das comemorações do centenário da Avenida, em 1991.

Veja o site.

Cafés e Docerias

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Éclairs da Éclair Moi

Para os aficionados pela pâtisserie francesa, conhecida pela delicadeza da decoração e do sabor, o Éclair Moi é uma excelente opção, já que é especialista em bombas, chamadas éclair em francês. Outra boa pedida é a Douce France, que tem unidades na Aliança Francesa do Centro e da Faria Lima, além de outros endereços. Por lá é possível encontrar tartes, macarons, brioches, croissants e outros clássicos. A hora do café pode ser aproveitada aos pés do edifício Martinelli, que oferece uma cafeteria no térreo, com decoração à la Paris do século XIX, além de iguarias como o vol-au-vent, tradicional torta de massa folhada. Outra opção é o Lapin, com ambientação provençal e várias délices como quiches e uma infinidade de baguetes.  

Bistrôs e Padarias

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Terraço do restaurante Esther

Ao som de jazz, é possível provar o cassoulet a um preço honesto no Le Jazz Brasserie, que tem três unidades muito bem avaliadas pelo público frequentador, uma delas em Pinheiros. Outro crème de la crème da gastronomia é o La Casserole, em frente ao mercado de flores do Largo do Arouche, no Centro. Aberto em 1954, ele conta com chefs que comandam o fogão há mais de 50 anos, servindo pratos tradicionais da culinária francesa, como a sopa de cebola ou o terrine de foie gras. O Esther Rooftop é uma nova opção, também no Centro e situado no terraço do primeiro prédio modernista de São Paulo, comandado pelo chef e apresentador Olivier Anquier. Já as padarias, boulangeries em francês, estão bem representadas com Le Vin e Maria Madeleine, que servem brioches fresquinhos, pains au chocolat, terrines e madeleines para todos os gostos.

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BAIRROS PREFERIDOS DOS PARISIENSES

 

O site francês Le Bonbon publicou uma matéria em que elenca alguns dos bairros preferidos pelos parisienses. Nós listamos aqui o resultado, e damos nossos palpites sobre os motivos de eles serem os queridinhos por lá:

Le Quartier Latin

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Epicentro de universidades e escolas, é lá que a Sorbonne está fixada, e por concentrar milhares de estudantes, a veia cultural latente da região já revelou movimentos históricos super importantes, a exemplo das manifestações de maio de 1968. O nome do bairro deriva do tempo em que o latim era o idioma oficial usado entre alunos e professores. A boemia também tem seu lugar, sempre regada a boas discussões guiadas pelos estudantes.

 

Le Quartier des Batignolles

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Lugar dos hipsters, bien sûr! Entre bistrôs familiares antigos e pistas de skate, o quartier é frequentado pelos jovens moderninhos que adoram ostentar uma barba comprida, chamados “bobôs”, em francês. O lugar tem ares de “vila”, bem tranquilo em alguns aspectos, descrito por muitos como um “choque de gerações” por proporcionar o encontro entre os jovens e a população mais velha, apegada à tradição. O escritor Émile Zola, inclusive, chegou a morar no coração do bairro, na Rue de la Condamine.

Le Marais

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Do lixo ao luxo, o lugar antes era um pântano enlameado, e atualmente se estabelece como uma das zonas mais sofisticadas de Paris. A mudança se deu quando Henrique IV construiu a place Royale (hoje chamada place des Vosges) e então atraiu os endinheirados para perto. Muito disputado, viver no Marais custa caro, e um pólo de atrações noturnas interessantes ainda se mantém pulsando, a exemplo de pubs e casas noturnas.

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CURIOSIDADES: DIFERENÇAS DISNEY PARIS X ORLANDO

 

Antes chamado Euro Disney, o parque tem agora como nome oficial Disney Paris, e se mantém como o mais visitado da Europa. As diferenças entre o complexo de Orlando e Paris não se restringem apenas à cor do castelo, azul na parte americana, e rosa para a França. O toque do savoir vivre está em vários outros detalhes. Citamos alguns:

Tudo pode ser feito a pé

A Disney Paris é bem menor que a sua irmã em Orlando. Por lá, é muito difícil se perder, e você não precisará se guiar por um mapa para encontrar as atrações. Para os perdidos de plantão, é uma boa facilidade. Ah! A estação de trem Marne-la-Vallée/Chessy fica a apenas 2 minutos do parque.

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Mapa da Disney Paris

Atrações e souvenirs exclusivos

Alguns brinquedos só existem na Disney Paris, o que os torna exclusivos. A atração “Mickey e o Mágico” é, inclusive, inspirada no cineasta e ilusionista francês Georges Méliès, enquanto que o simulador do filme Ratatouille ganhou atenção especial, tendo uma praça tipicamente francesa ao seu redor. O mesmo acontece com os souvenirs, que seguem a temática de Paris, com mimos estampando a Tour Eiffel, e todo o simbolismo da cidade em harmonia com o Mickey americano.

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Praça francesa em frente à atração Ratatouille 

Fazer as refeições junto aos personagens

Por ser um parque consideravelmente menor do que o primo americano, a Disney Paris permite que os personagens fiquem mais concentrados, e assim você consegue vê-los com maior frequência. O mais legal é poder almoçar ou jantar junto a ídolos como Pato Donald, Pluto, entre outros.

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Destino fácil para um bate-volta

Paris fica a somente 40 minutos do parque, o que garante que você pode fazer, com tranquilidade, um tour pelo parque e ainda voltar para curtir a cidade. Dessa forma você consegue equilibrar as atrações culturais da capital com o mundo de fantasia da Disney.

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TOP 5: FILMES DO NETFLIX QUE TÊM PARIS COMO CENÁRIO

Quer praticar seu francês sem sair de casa? Aqui está uma seleção de filmes muito bons que recomendamos a todos e que aconteçam em Paris:

La Haine (1995) / O Ódio

O judeu Vinz, o árabe Saïd e o pugilista Hubert vivem na periferia de Paris e enfrentam cotidianamente a discriminação e os abusos da polícia. Durante mais um dos corriqueiros confrontos com as forças da lei, Vinz encontra uma arma e jura assassinar um policial caso seu amigo Abdel, espancado em interrogatório, morra em decorrência dos ferimentos.

 

Ratatouille (2007)

Remi é um ratinho que sonha se tornar um grande chef. Só que sua família é contra a ideia, além do fato de que, por ser um rato, ele sempre é expulso das cozinhas que visita. Um dia, enquanto estava nos esgotos, ele fica bem debaixo do famoso restaurante de seu heroi culinário, Auguste Gusteau. Ele decide visitar a cozinha do lugar e lá conhece Linguini, um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e precisa manter o emprego a qualquer custo. Remi e Linguini realizam uma parceria, em que Remi fica escondido sob o chapéu de Linguini e indica o que ele deve fazer ao cozinhar.

 

Le dîner de cons (1998) / O jantar dos Malas

Todas as quartas-feiras Pierre Brochant, um célebre editor parisiense, organiza com os amigos um “Jantar de malas”, em que cada organizador traz consigo um “mala” que encontrou ao acaso, para falar sobre um assunto específico. Então, os organizadores divertem-se com os bobos durante toda a noite, sem que estes últimos percebam disso. Após a refeição, escolhem o vencedor.

 

Diplomatie (2014) / Diplomacia

Em agosto de 1944, no contexto da Segunda Guerra Mundial, o general alemão Dietrich von Choltitz está em Paris sob ordens do Terceiro Reich com a missão de comandar a explosão da capital francesa (incluindo pontes, prédios históricos e monumentos culturais). Até que, no meio da noite, recebe a visita inesperada do cônsul geral da Suécia, que vai tentar convencê-lo a livrar a cidade do destino trágico planejado pelos alemães.

Polisse (2011) / Polícia 

Diariamente, um grupo especializado da polícia francesa precisa lidar com duros crimes envolvendo crianças. A rotina envolve prisão de pedófilos, interrogação de pais abusivos e o confronto com menores infratores. Dentro deste universo, a vida privada de cada policial encontra pouco espaço, apesar de ser difícil manter o equilíbrio entre as duas partes. Essa dinâmica sofre sérias mudanças quando Melissa, uma fotógrafa enviada pelo Ministério do Interior, passa a acompanhar as missões.

 

 

QUER MAIS?

Agora que você conhece esses filmes, você também poderia assisti-los em versão original e se comunicar em francês?
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4 ÍCONES PARISIENSES PARA VISITAR VIRTUALMENTE

O orçamento embolou ou você precisou adiar a viagem? Ainda dá pra matar, de leve, a vontade de conhecer alguns pontos fundamentais da França. Alguns ícones como o Musée du Louvre e o Château de Versailles permitem que o turista dê uma flanada virtual por seus aposentos. A dica é boa mesmo para você que vai viajar, mas precisa selecionar o que quer ver ao vivo para não perder tempo na viagem:

Musée du Louvre

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Por ser gigantesco, o Louvre precisa de 4 dias completos para que você consiga ver, literalmente, tudo. Dessa forma, a visita virtual é uma maneira de você descobrir quais salas e obras te interessam mais, para que ao vivenciar essa experiência in loco, você possa ir direto ao ponto! O link para a vista é este aqui, e navegando pelo site você pode  escolher entre antiguidades egípcias, a coleção medieval, ou mesmo aprender sobre a história do museu.

Le Château de Versailles

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A visita virtual ao palácio símbolo da realeza é estonteante! É possível ver em detalhes as instalações, separadas por salas, todas adornadas com quadros ricamente emoldurados, separadas por largos corredores. O 360º é completo, do chão ao teto, e o que espanta é que cada centímetro desse reduto da nobreza foi pensado para ostentar e ser percebido. Você pode acessar aqui, e o site também reúne um conteúdo histórico aprofundado, desde as primeiras ocupações do terreno, até a sua construção, impulsionada pelo rei Louis XIV.

Grand Palais

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O Instituto Cultural do Google teve a iniciativa de viabilizar a visita virtual do Grand Palais, que você pode aproveitar aqui. São vários ângulos: é possível vislumbrar a famosa nave, com o teto de vidro típico da construção, tanto de dia como de noite. Além disso, uma visão do terraço é oferecida, que consequentemente traz um panorama da cidade.

Tour Eiffel

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Desistiu da fila homérica para subir na dama de ferro? O Google resolveu esse dilema e fez um 360º caprichado da torre aqui. Uma das vistas mais estonteantes da capital, no último andar da torre, disponível na tela do seu computador! Assim você já prepara o coração para quando este momento acontecer de verdade.

QUER MAIS?

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TOP 5: FRANCESES MAIS CONHECIDOS FORA DA FRANÇA

Quais são os franceses mais lembrados fora da França? Nós deixamos aqui alguns palpites de figuras que percorreram a história e ainda se fazem presentes em discussões atuais. Veja os “atemporais” que selecionamos:

Napoléon Bonaparte

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O conquistador francês não poupou esforços e ego para tentar ocupar as mais variadas partes do mundo. Já esteve de olho em boa parte da Europa, além de outros pontos mais distantes, como Egito e Rússia, sendo que neste último país não obteve êxito e sofreu grandes perdas de exército. Por estar sempre em movimento, causando polêmica e tentando tomar territórios para si, o general deixou seu nome nos livros de história, e também no imaginário da população como um imperador sedento por poder.

Jeanne d’Arc

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A guerreira foi uma das maiores mártires da história e é lembrada por sua participação na Guerra dos Cem Anos, quando a França disputava terras com a Inglaterra. Filha de camponeses e muito religiosa, ela começou a ouvir vozes divinas que lhe diziam para libertar o povo francês dos ingleses. Depois de ter visto seus pais assassinados pelos soldados, Jeanne tomou a frente da guerra, comandou as tropas e libertou a cidade de Orleans, além de ter participado em várias outras lutas. Seu fim foi trágico, e acabou queimada viva sob suspeita de praticar bruxaria. Corajosa e sinônimo de força e resistência, ela inclusive foi canonizada e se tornou a santa padroeira da França.

Victor Hugo

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Cânone da literatura francesa, Victor Hugo ficou consagrado por obras como Les Misérables e Notre-Dame de Paris, ambos retratos de uma França medieval repleta de miséria e injustiça social. Suas obras, que expunham as mazelas com realismo, são consideradas referência na construção de romances históricos até hoje. Vale lembrar que Victor Hugo é tido também como um herói, já que está sepultado no Panteão de Paris, o monumento que abriga os ídolos do país.

René Descartes

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Tido como o primeiro filósofo moderno, Descartes é o autor da famosa frase “je pense, donc je suis”, ou seja, “penso, logo existo”, contida em seu livro Discurso do Método, publicado em 1637. Duvidando de qualquer verdade que não possa ser provada, Descartes se firmou como um pensador que muito contribuiu para a ciência, matemática, e até mesmo medicina. Sua célebre frase já foi parafraseada incontáveis vezes, e se tornou popular, por mais que poucos saibam o que realmente quer dizer em essência.

Voltaire

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Defendendo com unhas e dentes o direito à expressão, este ensaísta e filósofo francês foi um vanguardista e abriu caminhos para a liberdade de imprensa, religiosa, além de colocar limites nos privilégios da nobreza e do clero. Foi um dos precursores da Revolução Francesa, além de porta voz dos iluministas. É, certamente, um dos mais famosos pseudônimos da história, sempre lembrado como Voltaire, ainda que seu nome seja François-Marie Arouet.

5 passeios de verão na França do jeito que você sempre sonho

 

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Depois de passar poucas e boas batendo o queixo no inverno, o aguardado verão reserva aos franceses e turistas a oportunidade de pegar uma praia – artificial ou natural, você escolhe! -, de passear sem pressa nos parques urbanos de Paris, desbravar vilarejos distantes da capital, ou mesmo deixar a curiosidade te levar até um pontinho perdido no meio do Mediterrâneo, a Córsega, território também pertencente à França. Durante a estação quente, que também é período de férias de grande parte da população, a ordem é passar mais tempo ao ar livre, longe de ambientes fechados. Aqui vão algumas sugestões de passeios bem interessantes que ficam ainda melhores durante o “été:

Cinema en plein air

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Projeções dos filmes no Parc de la Villette 

Até o dia 20 de agosto o Parc de la Villette tem seu gramado tomado pelos cinéfilos que querem aproveitar os filmes fora do ar condicionado, sentindo a brisa do verão no rosto. O cinema ao ar livre neste parque urbano projetado por Haussmann reserva as noites de quinta, sexta, sábado e domingo para as exibições, que são bem ecléticas: há espaço para contemporâneos como Grande Hotel Budapeste, de Wes Anderson, e para clássicos como Peau d’âne, de Jacques Demy. Os espectadores podem, ainda, levar sua cestinha de piquenique e jantar enquanto assistem às projeções sentados no gramado.

Aproveitar as Paris Plages

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Paris Plage no Parc Rives de Seine 

As praias artificiais são o principal point de diversão e relaxamento no verão, tanto de parisienses como dos turistas. A ação acontece geralmente até meados de setembro no Parc Rives de Seine e no Bassin de la Villette, que inclusive possui uma tirolesa para entreter os amantes do verão. Existem muitos lugares próprios para permanecer deitado nas espreguiçadeiras recebendo os raios de sol, como são chamados os espace détente, além dos espace pique-nique, que já revelam a intenção em seu nome. Dançar, tomar um banho de sol, nadar no Bassin de la Villette ou pedalar: a vida ao ar livre é o mote principal das Paris Plages!

Curtir os jardins de Paris

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Jardin du Luxembourg, um dos parques disponíveis para relaxar 

A região metropolitana não extinguiu seu pulmão verde, pelo contrário, e Paris ostenta parques urbanos muito convidativos, como o Jardin du Luxembourg, bem no centro, e o Jardin des Tuileries, que se estende entre o Louvre e a Place de la Concorde. Há ainda o Parc de Belleville, com uma vista incrível da cidade, que enquadra a Tour Eiffel, Panthéon, Montparnasse e o Grand Palais. Os parques são passatempos indissociáveis do bom tempo, então vale a pena frequentá-los, levar um roman para ler numa boa e deixar passar o dia respirando ar fresquinho. Neste site oficial há vários outros que podem compor o seu roteiro.

Visitar as praias estonteantes da Córsega

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Praia de Rondinara, na Córsega

Pertencente ao território francês há mais de 200 anos, a região, separada do continente, parece uma mini ilha no Mediterrâneo. Se o desejo é viver aventuras de verão cinematográficas, serpenteando as montanhas enquanto dirige um carro alugado com vento batendo no rosto, e de quebra conhecer praias e vilarejos belíssimos, selando o dia com um passeio de barco, esse é o lugar. A ilha é um convite ao lazer, com excursões de bike, caminhadas beirando falésias, sem contar a gastronomia típica dos recantos cercados pelo mar, com lagostas, ostras e robalos fresquinhos, como pede o verão. Para rechear sua pesquisa antes de ir, visite o site oficial.

Faça um tour pelos vilarejos históricos

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Gordes, um dos vilarejos históricos da França, em Provence 

Para conseguir fotografias com céu limpo e caminhar sem carregar toneladas de roupas, a estação convida a um passeio pelos vilarejos históricos da França. Algumas regiões são protegidas por associações, o que garante que as vilas mais remotas estejam sempre conservadas. Da Provence à Normandie, passando por Alsace e Bourgogne, o país tem vilarejos antiquíssimos, que colecionam construções medievais e fortalezas de pedra que remontam a um tempo distante.

 

QUER MAIS?

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15 CONTAS DE INSTAGRAM PARA VOCÊ SEGUIR

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Quer deixar seu feed do Instagram com mais referências francesas? Descobrimos algumas contas que arrasam no conteúdo: tem alguns de nossos museus preferidos, páginas que primam pela inspiração, outras que revelam paisagens cênicas na França, e algumas bem tentadoras, que mostram diferentes ângulos da gastronomia. Veja:

 

TURISMO

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Uma das fotos postadas no perfil @topfrancephoto, em Annecy

Quer preencher o feed de fotos estonteantes da França? O @topfrancephoto é mestre nessa arte e traz cliques de Annecy, Strasbourg, Toulouse, Paris, e outros pontos fotogênicos. Já o @vutheara é um fotógrafo que mora em Paris, e consegue congelar momentos belíssimos na capital, e também em outras partes do mundo, totalizando mais de 1 milhão de seguidores. Com foco total em Paris está @marieannebruschi, jornalista que posta fotos de lugares pouco explorados, e por último @nathparis,diretora de arte que aposta em retratos com cores vivas.

INSPIRAÇÃO

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Foto do perfil @parisianfloors

Para buscar novos ângulos, formatos e assuntos, vale a pena seguir @jveuxetrebonne, fissurada por vídeos em stop-motion super bem produzidos. O Instagram do site Le Bonbon, @le_bonbon,  também merece fazer parte dessa lista, trazendo um pot-pourri de tudo o que rola por Paris, o que inclui alguns grafites bacanas pela cidade. Adoradores de portas diferentonas vão ficar embasbacados com a variedade de cores, tipos e tamanhos espalhadas por Paris em @doorwaysofparis. Prefere pisos? Então vai adorar as fotos publicadas em @parisianfloors, que não poupa mosaicos e azulejos divertidos.  

MUSEUS

Museus

Foto no perfil @museedartmodernedeparis

Para acompanhar as exposições que estão rolando, a melhor forma é seguir as páginas dos museus. O Musée d’Art moderne de Paris está em @museedartmodernedeparise reúne várias fotos de obras incríveis, entre elas uma pintura de Raoul Dufy que toma conta de uma sala inteira. O Petit Palais, em @petitpalais_musee, com suas salas coloridas vale ser seguido, e o famoso Musée d’Orsay (@museeorsay) expõe muitas das obras, que podem ser vistas em detalhes, além de registros das montagens.

GASTRONOMIA

GastronomiaUma das fotos de @mimithor 

Ver algumas fotos bem feitas de comida aguça os seus sentidos? Então os cliques de Jean François, @jeanfrancoispiege, chef francês, vão te dar água na boca. Ele  não poupa capricho quando fotografa suas criações gourmets, que trazem elementos bem sofisticados, a exemplo das trufas negras. Mimi Thorisson (@mimithor)  é outra foodie inveterada, autora de livros sobre gastronomia francesa, além de escrever para a Condé Nast Traveler. Ela sabe fazer composições belíssimas durante suas viagens, que sempre levam em conta a veia culinária do lugar. Curtiu os dois? Procure  por @esterelle para ver suas delícias, e aproveite para ler as legendas em francês.

 

Para terminar esta lista, somos “obrigados” a falar do perfil da @juliaramalho ex aluna querida da Aliança Francesa que decidiu largar tudo no Brasil para seguir o sonho dela de viver na França e tirar fotos. Hoje ela é mãe do pequeno Sami! Confira suas fotos lindas e variadas da França e das viagens dela pelo mundo!

 

QUER MAIS?

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