ÎLE SAINT-LOUIS: CONHEÇA ESSA PEQUENA ILHA DENTRO DE PARIS

O rio Sena conta com duas ilhas, sendo a menor delas a Île Saint-Louis, bem menos badalada do que sua vizinha, a Île de la Cité (onde fica a Cathédrale de Notre Dame de Paris). No século XVII era chamada Île aux Vaches (Ilha das vacas) devido ao bucolismo que ainda reinava nessa pequena porção separada do continente. Depois, investidores fizeram acordos com o rei Louis XIII para que as duas ilhotas fossem ligadas ao continente, aumentando assim a circulação de pessoas e a construção de majestosas mansões que disputavam seu pedaço de terra com vista para o Seine.

Essa petite île é ótima para contemplar uma certa calmaria e tranquilidade, constantes difíceis em Paris, e mesmo na vizinha Île de la Cité. A seguir, os motivos que fazem Saint-Louis valer a pena:

Igreja St-Louis en Île

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Em estilo barroco francês, ela foi construída entre 1664 e 1726 e recebe concertos de música clássica esporadicamente. Vale consultar o site para saber quando acontecem as próximas apresentações.

Sorveteria Berthillon

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Umas das mais tradicionais sorveterias de Paris, desde 1954 o lugar desponta como parada obrigatória para deliciar um bom glacier. O negócio é gerido pela família que dá nome à sorveteria, e tem até um salão de chá em seu interior. Detalhes no site.

Fachada do Hôtel de Chenizot

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Ver de pertinho uma das fachadas mais belas pode completar belamente seu tour. Este hôtel particulier foi construído nos anos 1620 por Pierre de Verton, secretário do rei Louis XIII. Além deste, há outros tão antigos quanto, que resistiram teimosos ao tempo.

Flanar sem destino!

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Por ser pequena e tranquila, a ilha é ótima para dar um passeio de bike, para depois ver a tarde caindo sentado nas margens do Seine. Vale levar sua cestinha de pique-nique, tradição honrada por muitos parisienses.

 

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DICAS PARA CURTIR EM BORDEAUX

A cidade está entre as opções disponíveis que permitem estudar em unidades da Aliança Francesa e fazer uma imersão na cultura.

Uma das maiores produtoras de vinhos de alta qualidade da França, Bordeaux é uma infinidade de rótulos de tintos, rosés, brancos e espumantes. Não bastasse essa boa fama, ela é considerada Patrimônio Mundial da Humanidade urbano pela UNESCO, por causa de sua arquitetura neoclássica. A população universitária que pulula pelos bares curtindo a noite, sem contar a infinidade de turistas, deixam a cidade sempre efervescente. Descubra alguns pontos que merecem estar no seu roteiro:

Bordeaux vista do céu:


Cathédrale St-André

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A Cathédrale é um dos símbolos de Bordeaux 

As torres pontiagudas da catedral principal da cidade são um convite para entrar e olhá-la também por dentro. A maior parte das relíquias guardadas remontam aos séculos 13 e 14, sendo a sessão mais antiga de 1096. O recuo surpreendente no tempo fez dela, assim como a cidade, patrimônio da UNESCO. É bom checar no site (https://cathedrale-bordeaux.fr) se não haverá nenhum concerto de música instrumental dentro da catedral, uma experiência que você pode ter sorte de acontecer durante a estadia.  

Tour Pey-Berland

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Um dos ângulos da vista da Tour Pey-Berland, que descortina a cidade 

A torre da catedral de Saint-André é um dos pontos mais altos, imperdível para ver Bordeaux de cima. Ela foi construída em 1440 especialmente para abrigar o sino, o quarto mais pesado da França, somando 11 toneladas. Para agradar a vista é preciso subir 229 degraus até chegar ao topo, a 50 metros de altura. O esforço compensa!

Passear pela Pont de Pierre

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O cartão-postal de Bordeaux, visto no entardecer 

A ponte de pedra que cruza o rio Garonne é o cartão postal da cidade. Basta uma busca rápida na internet para vê-la ao amanhecer, ao entardecer… A fotogênica estrutura encomendada por Napoleão e inaugurada em 1822 foi a primeira de pedra construída em Bordeaux. Muitos a percorrem de bicicleta, e também aproveitam para ver as gaivotas em dias de grande ventania, já que o rio Garonne fica bem na fronteira com o mar.  

Aproveite a gastronomia dos marchés

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Cores vibrantes no Marché des Capucins, um dos principais

Ostras fresquinhas e frutos do mar fazem parte do almoço de praticamente todos os moradores que passam pelo Marché des Capucins em um sábado de manhã. O mercado é um dos mais tradicionais, e vende carnes, frutas, peixes, aves, trufas, cogumelos e os fromages apetitosos que poderão combinar com o vinho produzido, logo alí, nas propriedades chamadas domaines, onde as uvas são cultivadas. Quer experimentar cozinhar depois de comprar os ingredientes locais? Experimente o cassoulet, que leva o famigerado feijão branco cozido com miúdos, linguiça e carne suína. A tradicional lamproie à la bordelaise é outro prato bem comum, feito com o peixe do tipo lampreia cozido com vinho e alho-poró. A maior parte da cuisine bordelaise não dispensa molhos à base de vinho, como manda o figurino de um lugar em que o elixir das uvas continua sendo o chamariz principal.  

Visitar o Grand-Théâtre

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A sutileza dos detalhes no interior do Grand-Théâtre

No panteão dos monumentos mais preciosos de Bordeaux está o teatro, projetado no século XVIII por Victor Louis, o mesmo arquiteto que desenhou a Catedral de Chartes e o Palais Royal. Lá ganham vida óperas, balés, concertos e música de câmara. O edifício é uma das estruturas mais antigas feitas em madeira da Europa,e atualmente é sede da Opéra National de Bordeaux e do Ballet National de Bordeaux. O tour guiado permite que os olhos fitem outros detalhes interessantes além do palco, como a decoração clássica nos tons azul claro, branco e dourado, os tons da realeza francesa.

Vivencie a experiência dos vinhos

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O museu La Cité du Vin, atração inaugurada em 2016

A expertise do vinho pode ir bem além do papo na mesa no bistrô, e para isso é preciso fazer uma imersão, indo até onde as uvas são cultivadas e colhidas, nos châteaux, também conhecidos como domaines. As regiões menores são mais flexíveis com os turistas, enquanto que as mais famosas precisam de reserva e fecham no período da vendange, quando acontece a colheita da uva. O transporte público dificilmente consegue chegar até as propriedades, então a maior parte do roteiro é feito de carro, que pode ser alugado se quiser fazer o tour sem agência. Para saber das principais rotas, é importante pegar o mapinha na Maison du Vin de Bordeaux.

Já os passeios contratados são facilmente cotados nos escritórios de turismo, e alguns oferecem a opção de estadia em algum quarto na própria vinícola, se os olhos ficarem muito pesados depois de boas taças. Não conseguiu viajar até as vinícolas? O museu La Cité du Vin, reconhecido facilmente por sua arquitetura futurista, tem 20 áreas temáticas que contam a história da bebida dentro e fora do país.         

Pour plus d’information

O centro de Bordeaux é fechado aos carros durante o primeiro domingo de cada mês, e as atrações principais oferecem horário de funcionamento estendido. É uma boa oportunidade para bater perna sem se incomodar com faróis e buzinas, e ainda ter mais tempo para permanecer nos museus.

Outra forma de garantir que saberá dos eventos da cidade é pegar o folheto Clubs & Concerts disponível gratuitamente no escritório de turismo. Passeios guiados noturnos e matinais também podem ser contratados no escritório.

Para antecipar a pesquisa antes de viajar, o site oficial de turismo é bem completo e fácil de navegar.

 

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COMIDAS COM NOME FRANCÊS

Alguns pratos e receitas muito populares no Brasil levam sotaque francês, mas não existem com o mesmo nome ou da forma como conhecemos na França. Conheça a seguir alguns deles:

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1. Petit Gateau

A deliciosa sobremesa de chocolate com sorvete não é encontrada na França com esse nome. A origem do bolinho com recheio cremoso é discutida: há os que dizem que ela remonta a um erro de um auxiliar na cozinha que, ao acrescentar pouca farinha na receita, acabou perdendo o ponto da massa e gerando um o bolo com o interior mole. Outra versão da história credita o chef francês Michel Bras pela invenção. De qualquer forma, o bolinho mal passado com interior cremoso é sucesso tanto aqui, quanto na França, e pode ser degustado por lá pelos nomes de fondant au chocolat ou moelleux au chocolat.

 

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2. Pão Francês

Ainda que o pãozinho mais popular do Brasil carregue o nome, de francês ele não tem nada! A origem precisa do nosso pão francês é desconhecida, mas remonta ao século XX, no período em que a elite do Brasil recém-independente fazia viagens para Paris e voltava descrevendo os pães franceses para os padeiros, que faziam o possível para reproduzir a receita. Dessa gastronomia oral nasceu o “pão francês brasileiro”, que difere de sua fonte de inspiração europeia sobretudo pela adição de açúcar e gordura na massa. Dito isso, vale avisar que não tem pão francês na França!

 

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3. Filé Mignon

O filé mignon como conhecemos no Brasil é um corte bovino advindo da região lombar do boi, considerado o mais magro, macio e saboroso do animal. Devido às diferenças culturais e gastronômicas entre os países, os cortes, nomes e formatos variam muito nos açougues. Sabendo disso, fique atento! Se você pedir por um filé mignon nas boucheries francesas, receberá um suculento filet de carne de porco. Para acertar no menu, peça simplesmente por “filet” et bon appétit!

 

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4. Croissant recheado

Entre as mais clássicas patissêries francesas, os croissants têm origem austríaca e foram popularizados na corte francesa com a chegada de Maria Antonieta. Quando os pãezinhos desembarcaram por terras tupiniquins, não demorou para serem adaptados ao paladar brasileiro. Se encontramos hoje em dia as mais diferentes opções de recheios, entre versões doces ou salgadas, o mesmo não acontece na França. Por lá a receita do verdadeiro e tradicional croissant consiste apenas na massa amanteigada, que dá origem à um pãozinho saboroso, macio e crocante, que se desfaz na boca. Humm…

 

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MÚSICAS BRASILEIRAS COM REFERÊNCIAS FRANCESAS

Entrelaçadas nas letras de algumas músicas brasileiras, as referências francesas podem passar despercebidas. Nomes como Godard, Rimbaud e Henri Salvador aparecem em canções do Legião Urbana e Caetano Veloso, enquanto outras composições preferem uma menção mais velada, como no caso de La belle de jour, de Alceu Valença. Aqui vão cinco músicas que fazem alusão a alguma personalidade, obra de ficção ou literatura da França, e os motivos da sua referência na canção:

La belle de jour (Alceu Valença)

A moça bonita da praia de Boa Viagem é o tema de uma das mais conhecidas canções do pernambucano, com letra e ritmo que se completam de forma encantadora. Mas não foi em Recife que Alceu teve sua inspiração. Segundo o compositor, foi quando estava aproveitando a boemia em Paris, e acabou se deslumbrando com uma linda mulher que o olhava. Ele se lembrou, então, que ela era parecida com Catherine Deneuve, atriz francesa que atuou no filme “Belle de Jour”, de Luis Buñuel. Romântico, ele recuperou lembrança de outros amores, inclusive de uma ex namorada que foi morar na cidade luz. A união dessas mulheres, e também o carinho que guarda pela praia de Boa Viagem, deram o caminho – e o título! – para a canção nascer.

Joana francesa (Chico Buarque)

Daquelas preciosas músicas que conseguem unir duas línguas como se fossem uma só, Chico compôs a delicada Joana francesa para o filme homônimo de 1973, dirigido por Cacá Diegues. A história do longa é interpretada pela francesa Jeanne Moreau, que vive uma dona de prostíbulo em São Paulo, que larga tudo para viver com um coronel no Nordeste. A trilha, acompanhada calmamente pelo violão, fala do amor e brinca com palavras francesas e portuguesas, que se costuram e dançam entre si. O próprio verso “Acorda acorda acorda acorda acorda”, quando cantado, forma: “d’accord d’accord d’accord d’accord d’accord”, “de acordo” em francês. É interessante como as duas línguas parecem dar continuidade entre si, como se não fossem diferentes. Génial!

Eduardo e Mônica (Legião Urbana)

A música-história é um clássico, e o casal Eduardo e Mônica faz parte da memória afetiva de muita gente. Os dois, tão diferentes, são o mote da canção de quase 5 minutos, que vai contando de forma linear como se apaixonaram, desde a festa estranha com gente esquisita, até terem filhos. O cineasta francês Godard é citado no trecho: “O Eduardo sugeriu uma lanchonete, mas Mônica queria ver o filme do Godard”. Mônica, bem mais cult e estudiosa que Eduardo, devia gostar dos filmes inventivos do diretor, um dos mais provocadores da Nouvelle Vague. Outra referência, Rimbaud, poeta do simbolismo francês, também aparece no momento em que Renato Russo contrapõe os gostos do casal: “Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus / Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud / E o Eduardo gostava de novela / E jogava futebol-de-botão com seu avô”.

As flores do mal (Legião Urbana)

Intenso, Renato Russo encontrou inspiração para “As flores do mal” no panteão dos “poetas malditos”, como eram chamados os franceses que desafiavam as regras da moral e bons costumes da época. A referência na canção não é apenas citada, como Godard e Rimbaud em “Eduardo e Mônica”, mas perdura em toda a essência da letra. Falando sobre as dores e farpas do amor, a mentira e a traição, Renato Russo se debruçou na obra Les Fleurs du Mal, do poeta Charles Baudelaire, para conseguir colocar suas mágoas em palavras. A obra, com trechos ácidos sobre a morte, o tédio e o erotismo, chegou a inclusive ter poemas proibidos, que só voltaram a circular em edições póstumas. O grupo Barão Vermelho também se apropriou da aura sombria do livro para compor a música Flores do Mal, de temática igualmente trágica.

Reconvexo (Caetano Veloso)

Quem não sentiu o suingue de Henri Salvador? Essa é uma das perguntas contidas em Reconvexo, música cheia de ginga, regravada também por Maria Bethânia. A referência a Salvador, famoso cantor e guitarrista de jazz francês, vem da relação estreita entre ele e o Brasil. Dizem que Tom Jobim teria sido influenciado pelo hit Dans mon île para escrever e ritmar suas canções no nascimento da bossa nova. A conexão com a brasilidade foi tanta que Salvador convidou Caetano e Gilberto Gil para duetos em seu álbum Révérance, de 2006, já no final da sua carreira titânica, que começou ainda nos longínquos anos 30.

 

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OS MAIS LINDOS VILAREJOS DA FRANÇA

enduradas em colinas ou não, as vilas resgatam um passado histórico medieval que hoje parece desprendido de um livro de ficção. Esses refúgios distantes das metrópoles aceleradas ainda guardam suas pedras centenárias e uma natureza que não sofreu tantos retoques. Tão importante é a sua conservação que há, inclusive, uma associação para protegê-las, a Les plus beaux villages de France, que reúne em seu site inúmeros recônditos pontos para conhecer, a maioria com site oficial para buscar mais detalhes. Selecionamos cinco dos mais lindos vilarejos de diferentes regiões da França para dar um aperitivo do que você encontrará quando se perder nas estradas:

Gordes, Provence

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Gordes já era um povoado desde o tempo do Império Romano, o que lhe relegou uma arquitetura defensiva e imponente, com labirintos de pedras debruçados sobre a colina. Tido como um dos mais belos vilarejos pela associação Les plus beaux villages de France, ele guarda um castelo renascentista que hoje desempenha o papel de museu, dispondo obras do pintor belga Pol Mara. Outro símbolo são as casas de pedra construídas em formato de iglu na vila de Bories. A Abadia de Senanque é o ponto alto, especialmente quando, na extensa área externa, a lavanda floresce. Aliás, não deixe de garantir o seu “miel de lavande” quando for até lá.

Visite o site oficial 

Etretat, Normandie

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A região costeira de Etretat ostenta esculturas naturais chamadas falésias, que mais parecem portais esculpidos pela natureza. O impressionante é que essas estruturas gigantescas se estendem por cerca de 140 km de extensão, e cada pico tem um nome diferente. O mais famoso é o Porte d’Aval, com um formato único, construído graças a força dos golpes das ondas durante milhares de anos. Além do bálsamo de belezas naturais, que já inspiraram Guy de Maupassant e Monet, a Capela de Notre-Dame, com sua torre pontiaguda, também vale ser vista. A programação cultural do lugar é intensa, preenchida com concertos e festas temáticas todos os anos.       

Visite o site oficial 

Riquewihr, Alsace

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Os vinhedos dessa porção de terra em Alsace percorrem colinas a fio, e são responsáveis por produzir excelentes vinhos, o que deu a região o apelido “perle du vignoble”. Mas, para além das taças degustadas, os chalés coloridos e embrenhados nas montanhas fazem crer que se está andando entre casinhas de boneca, com praças e fontes pipocando pelas ruas. Riquewihr também é contemplado com o selo Les plus beaux villages de France, sendo uma típica vila alsaciana com ares medievais. O castelo de Wurtemberg é um dos pontos altos culturais, adquirido pelo conde da cidade homônima alemã em 1324. Se o desejo é conhecê-la no friozinho, aproveite para pegar a temporada do marché de noël.

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Auxerre, Bourgogne

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As torres da enorme Catedral Saint-Étienne d’Auxerre são vistas desde o rio Yonne, que margeia a vila. De estilo renascentista, ela foi construída entre 1215 e 1233, ficando pronta somente por volta de 1560, completando três séculos de empenho para ser vista desde muito longe. Já a praça principal Charles-Surugue, feita exclusivamente para pedestres, parece saída de um filme de ficção fantástica, com um portal medieval dispondo um majestoso relógio. A Abadia Saint-Germain, erguida há mais de mil anos, completa o pacote histórico que Auxerre tem a oferecer. Não deixe de fazer um passeio noturno, quando o rio recebe o brilho das luzes.

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Ornans, Franco Condado

Beautiful little town at the Loue river in France

Terra do pintor Gustave Courbet, pioneiro na arte realista, Ornans é parada obrigatória para quem quer conhecer a coleção de suas obras, em exposição no Musée Courbet. As paisagens bucólicas da vila se orgulham de ter participado de tantas telas do pintor, tal como Vue d’Ornans, e para quem quiser explorar a veia artística, há vários ateliers de pintura oferecidos. Outras surpresas estão muito bem escondidas, como as grutas e cavernas na região, além de opções mais aventurescas, como escaladas nos penhascos e canoagem.

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ORIGEM DAS PALAVRAS: COMIDAS FRANCESAS

O vocabulário gastronômico tem derivações bem variadas. Canapé, por exemplo, teve origem em uma peça de mobiliário do século XIV. Já quiche e baguette tem berço em palavras de outras línguas, como alemão e italiano. Selecionamos os clássicos da culinária e pesquisamos suas etimologias para você conhecer a história que vai além do paladar.

Canapé

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A palavra, em sua origem, remete a uma peça de mobiliário, o sofá, da época do rei Luís XIV. Já o tira-gosto canapé, que consiste em uma pequena fatia de pão ou torrada sobre a qual se coloca alguma iguaria, derivou desse termo por ser pequeno e não necessariamente ter de ser comido à mesa, mas sim na sala de estar. Très curieux!

Croquette

Three small breadcrumbed fried food roll containing, mashed potatoes with fish, meat or vegetables

Do verbo croquer, que em francês significa mastigar ou morder, o croquette deriva do verbo por ter uma casquinha bem crocante, que sonoramente combina com o ato de mastigar e sentir o alimento “estalar na boca”. O croquette é servido frito e seu recheio pode variar bastante, desde batatas com queijo até carnes.

Quiche aux Champignons

quiche Lorraine with chicken, mushrooms and broccoli on the table

A palavra vem do alemão küchen, que significa “bolo” ou “torta”. O surgimento na França remonta ao século XVI, na cidade de Nancy. Já o champignon é um tipo de cogumelo bem presente em território francês. O champignon de Paris, por exemplo, é o mais consumido no mundo e bem popular no Brasil.

Croissant

Fresh baked croissants

Do francês, croissant quer dizer crescente, e o formato do pão em meia-lua provém daí. O croissant é o queridinho das boulangeries, famoso pela sua massa folhada e amanteigada, que desmancha na boca. A rainha Maria Antonieta foi quem introduziu essa délice na França, que é originalmente de Viena, também sua terra natal.  

Pão francês

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O indispensável pãozinho francês do Brasil era bem diferente até o fim do século XIX, pois tinha coloração e miolo escuros. O formato tal qual o conhecemos teve inspiração nos pães de Paris, que tem casca dourada e miolo branco. Não demorou para ele chegar por aqui, pois as famílias ricas, depois de viajarem para a França, pediam aos seus cozinheiros para reproduzir a receita e imitar o pão que comiam quando viajavam. Portanto, não existe pão “francês” na França, d’accord?

Baguette

Homemade french bread in Basket

A palavra se origina do francês baguette, que se traduz em “pão fino e comprido”. Indo mais a fundo, ela deriva da palavra italiana bacchetta, que quer dizer “bastão” ou “vareta”. O formato longo e fino desse pão, que pode atingir até 60 centímetros, é um dos mais procurados na França, e não é raro vermos alguém caminhar pelas ruas com uma baguette debaixo dos braços e uma garrafa de vinho para o jantar.

Soufflé

cheese souffle

A massa aerada, que parece que foi assoprada por alguém, tem a ver com o termo francês “souffler”, ou seja, soprar, respirar. Poétique, non? A textura leve depende de como a clara em neve é preparada, que deve ser muito bem batida para que não perca o ar ao sair do forno, e assim acabe murchando. O suflê, como é chamado no Brasil, pode ser comido doce ou salgado.

Fondue

Cheese fondue – piece of bread (croutons) in a liquid cheese

Somente o nome é francês, pois o prato é tipicamente suíço, sabia? O fondue é normalmente feito de queijo derretido, que antigamente era colocado e fundido em grandes quantidades em um caldeirão. Quando os franceses decidiram aproveitar a ideia de banhar pães em queijos quentinhos, veio o nome fondu, ou seja, fundido em francês.

Crème brulée

Creme Brulee On A Blue Board With A Hand Holding A Spoon And Taking A Piece Of It

O emblema do doce é sua crosta de açúcar, que permanece por cima do creme e é queimada com um maçarico para que fique dourada e crocante. O nome tem sua origem dessa etapa, que quer dizer literalmente “creme queimado” em francês.

Mousse

homemade chocolate mousse

Bem leve, assim como o soufflé, mousse significa “espuma” em francês, e sua consistência é mesmo bem parecida, tanto que é conhecida como “sabor da nuvem”. Pode ser preparada doce ou salgada e também usada como complemento em alguns pratos.

Petit-gâteau

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Na França, é conhecido como moelleux au chocolat, e o nome tal qual se popularizou no Brasil, petit-gâteau, significa “pequeno bolo” em francês.Já a origem da receita é americana, e segundo reza a lenda, um chef aprendiz aqueceu demais o forno, fazendo com que o bolinho ficasse consistente por fora, e cremoso por dentro. Tradicionalmente, é servido junto a um sorvete para divertir o paladar com a mistura quente/frio.

 

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CURIOSIDADES SOBRE O GRAND PALAIS

Assim como a Torre Eiffel, o Grand Palais foi inaugurado para a Exposição Mundial de 1900, evento que teve o objetivo de mostrar ao público inovações tecnológicas, as novas aspirações das artes e celebrar as conquistas do século. Joia arquitetônica, ele serviu como uma vitrine do estilo art nouveau, cheio de adornos e curvas, como pode ser visto em sua porta de entrada e em sua cúpula toda de vidro. Conheça alguns fatos sobre a sua história:

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A cúpula de vidro, também chamada de nave, durante evento

Exposições separadas em salões

O Grand Palais abrigou exposições que se dividiam entre os vários salões, cada um restrito a uma temática diferente: salão dos artistas franceses, dos artistas independentes, dos pintores, gravadores e litógrafos, além dos salões técnicos, que tinha entre os destaques o salão do automóvel. Outros salões eram mais inusitados, e contavam com exposições de aparatos de uso doméstico, por exemplo.

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Detalhes da escadaria do Grand Palais 

Em 1964 foram criadas as Galeries Nationales du Grand Palais, ainda em atividade e  destinadas a receber mostras temporárias, como a de Pablo Picasso, em 1966, e outras atuais, como a retrospectiva de Rodin, que traz 200 obras do artista, em cartaz até julho deste ano. O teto de vidro art nouveau é uma obra à parte, e as exposições costumam receber uma grande quantidade de trabalhos, que ficam expostos de três a quatro meses ao público. As Galeries  permanecem abertas somente quando as mostras temporárias acontecem, então é bom checar o site antes de ir.

Bande-annonce da exposição de Rodin:


Pista de gelo no inverno

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Pista de gelo montada durante o inverno

Os meses mais gélidos reservam aos parisienses a oportunidade de ir e vir em pistas de gelo espalhadas pela cidade, mas a maior e mais bonita delas é, sem dúvida, a do Grand Palais, onde o espaço destinado às exposições ganha um tapete de gelo com pista de dança – comandadas por DJs! – todas as noites. A pista é montada em dezembro, e segue em atividade até janeiro, sendo depois desmontada para que o Palais volte a se recompor do inverno e abrigar exposições. O ambiente é fechado, mas o teto de vidro, as luzes, e a atmosfera de festa tornam esta uma atração indispensável, nem que seja só para ver o pessoal patinando.

Já foi um hospital militar

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Soldados no Grand Palais durante a Primeira Guerra, em 1916

O Grand Palais passou por momentos sombrios em sua história, já que está de pé desde quando as duas guerras mundiais aconteceram. Durante a primeira delas, o lugar serviu como um hospital militar, abrigando as tropas em camas espalhadas pelos enormes salões, e também disponibilizando tratamentos de fisioterapia, hidroterapia e radioterapia aos soldados feridos. As ações foram tão bem elaboradas que alguns conseguiram voltar à batalha. A arte, ainda assim, era mantida e posta à serviço daqueles que precisavam: alguns escultores e artistas se mobilizaram para desenhar próteses e decorar os quartos, tornando o tempo no hospital mais suportável.

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Ginásio montado para soldados na Primeira Guerra 

Na Segunda Guerra, porém, a ocupação alemã usou o palácio prevendo dois objetivos: como um depósito de caminhões e para fazer exposições devotadas à propaganda nazista. A primeira foi chamada La France européenne, e a segunda La Vie nouvelle. Ambas tiveram, felizmente, fracasso de público.

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Exposição montada pelos nazistas, já na Segunda Guerra 

O Petit Palais

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Fachada do Petit Palais. A porta art nouveau é bem semelhante ao Grand Palais

Também construído para a Exposição de 1900, o Petit Palais é sede do Musée des Beaux-Arts de la Ville de Paris, e guarda desenhos medievais e renascentistas, tapeçarias, objetos de arte, além de pinturas e esculturas francesas do século XIX. O edifício é um complemento ao Grand Palais, instalado bem à frente, e tem um museu gratuito que vale a visita, com obras de Delacroix, Rodin e Toulouse-Lautrec. A cafeteria com vista para o jardim é outro ponto alto, ideal para relaxar de um passeio. Bem no burburinho das atrações turísticas, próximo a icônica avenida Champs-Élysées, ele permanece aberto o tempo todo, diferente de seu “irmão mais velho” Grand Palais.

Veja o vídeo oficial do Grand Palais:


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Nosso período promocional começou!

Sabe aquele sonho de estudar na França? Sabe aquela vontade de morar no Quebec? Sabe aquele desejo de visitar Paris?

Tudo isso é possível pois esses três projetos, apesar de serem diferentes, tem algo em comum: o idioma francês.

Nós da Aliança Francesa Araraquara vamos te ajudar a concretizar seu projeto. Agora é o momento. Agora, é seu momento: o período promocional começou e as inscrições com desconto são por tempo limitado

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TOP 10: MÚSICAS PARA TREINAR SEU FRANCÊS

Seja pelo ritmo calmo ou pela articulação do cantor, algumas músicas parecem ser mais fáceis de ser entendidas em francês. Selecionamos chansons clássicas e outras composições mais modernas para você treinar seu ouvido e conseguir identificar alguns mots em francês sem dificuldade:

1. Parlez-moi de lui (Françoise Hardy)

A voz doce e calma de Françoise Hardy nessa canção de melodia triste facilita a compreensão de algumas palavras. Outras músicas da cantora também são igualmente bem compostas, como Le Soleil, que tem um ritmo gostoso e um refrão que gruda no ouvido.


2. J’aime Paris Au Mois De Mai (ZAZ)

Em dueto com Charles Aznavour, ZAZ canta uma das músicas que compõem o álbum Paris, especialmente dedicado a homenagear a capital. É possível perceber quantos detalhes a fazem “amar Paris no mês de maio”, como dito no título da canção.


3. La Javanaise (Serge Gainsbourg)

O ritmo é perfeito para dançar coladinho e a voz pausada de Serge faz com que o entendimento fique mais fácil. Ele também tem várias outras composições de estilos ecléticos, do jazz ao reggae.


4. L’Amour (Carla Bruni)

A voz rouca de Carla Bruni dá bastante espaço entre as palavras. O ritmo é romântico e à primeira vista pensamos que a ex primeira dama vai falar sobre como é bom amar… Mas a letra corresponde ao contrário: “L’amour, hum hum, pas pour moi”, em tradução “O amor, hum hum, não foi feito para mim”.


5. Sous le ciel de Paris (Juliette Gréco)

Ao regravar a música, a cantora e atriz Juliette Gréco, a tornou um sucesso! Tanto que, muitos anos depois, é ZAZ quem a leva para shows mundo a fora. A chanson fala sobre a l’art de vivre de Paris de forma bem romântica.


6. Laisse tomber les filles (France Gall)

A repetição do título da canção, “Laisse tomber les filles”, em tradução, “Deixe as garotas em paz”, é quase exaustiva, mas as batidas da percussão e a levada jazz tornam a música divertida. Composta por Serge Gainsbourg, ela é cantada na voz aguda de France Grall, e é possível “pescar” algumas palavras.


7. Sympathique (Pink Martini)

Mesmo cantada e composta por uma banda americana, a música é praticamente uma aula de francês, especialmente se acompanhada do vídeo clip, bem explicativo. Algumas frases-chave como “Je ne veux pas travailler” e “Je ne veux pas déjeuner” ditam o refrão e são faladas de forma bem clara e precisa.


8. Tu veux ou tu veux pas (Brigitte Bardot)

A música é uma adaptação da canção brasileira “Nem Vem que não tem”, gravada por Wilson Simonal. A versão francesa traz a voz de Brigitte Bardot, que faz as indagações da letra de forma bem articulada, perguntando: “Tu veux ou tu veux pas”, em tradução “Você quer ou não quer?”.


9. Papaoutai (Stromae)

As batidas hip-hop dançantes de Stromae já são presença constante nas pistas por aí. A letra de Papaoutai pergunta no refrão “Où t’es, papa, où t’es?”, em tradução, “Papai, onde está você?”, daí o título da música. Com várias repetições, é fácil identificar a questão e também algumas críticas feitas ao papel do pai na criação dos filhos.


10. Samba de mon coeur qui bat (Coralie Clément)

O sambinha bem pausado é ótimo para conseguir acompanhar a letra cantada pela doce Coralie Clément. Sem agitos, a música é quase uma bossa nova, e trata de uma decepção amorosa.


 

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TOP 5: CURIOSIDADES DA POLINÉSIA FRANCESA

Pontilhando o Oceano Pacífico, a Polinésia Francesa faz parte do território ultramarino da França, o que  garante que por lá seja possível praticar o francês, língua oficial junto a outros idiomas polinésios. Naturalmente esculpida, com praias implacáveis e um povo de rica tradição cultural, o arquipélago com mais de 100 ilhas é o cenário de uma animação da Disney, Moana, que estreia 5 de janeiro no Brasil. Além do filme, a Polinésia serviu de inspiração às obras de Paul Gauguin, pintor francês pós-impressionista que retratou taitianas em seus quadros mais prestigiados. Conheça as curiosidades da Polinésia Francesa e de seus pedaços de terra perdidos no oceano:

1) Capital das pérolas negras

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As lagoas quentinhas e límpidas são verdadeiros berços de formação das pérolas mais raras do mundo, de coloração escura. A maior parte delas tem sua origem na ilha de Manihi, a maior produtora mundial, por meio da técnica da inseminação artificial. Já o processo natural acontece quando um grão de areia fica preso em um tipo específico de ostra, chamado Pinctada margaritifera, e como forma de proteção a este corpo estranho, a ostra começa a criar camadas ao redor do grão e voilà: a pérola ganha forma. As cores são bem variadas, indo do negro ao azul, bronze, e até mesmo rosa. Intéressant!

2) A tatuagem é uma tradição

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A arte de se tatuar está presente na Polinésia há cerca de 2 mil anos e traz uma série de símbolos que podem ser combinados para criar significados distintos, que geralmente remetem ao poder espiritual, força e proteção para quem os carrega na pele. Alguns relatos do diário de bordo de James Cook, capitão inglês que explorou a região no século XVIII, descrevem a tradição dos nativos, e o termo “tatu”, cunhado pelos taitianos, chegou à Europa logo após retornar de suas expedições. Daí o termo “tattoo”, como normalmente se traduz o costume de imortalizar desenhos sobre a pele.

3) Flores por toda a parte

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As flores polinésias são simbólicas e expressam até mesmo o estado civil das mulheres, dependendo do lado em que carregam a flor atrás da orelha. A Tiare Tahiti é uma delas, encontrada nos típicos colares dados aos turistas em sinal de boas vindas. Muito mais rara é a Tiare Apetahi, espécie de gardênia branca que é o emblema de Raiatea, a segunda maior ilha. Os nativos acreditam em uma lenda para sua origem no Monte Tehemani, único lugar no mundo em que é encontrada, intrigando botânicos. Segundo a história, a flor nasceu após uma mulher ter seu coração partido ao não ser autorizada a casar com o filho do rei.

4) Rica em cultura popular

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Além da essência tropical que transborda na porção de ilhas do arquipélago, a cultura da região é marcada por danças e músicas tradicionais que remontam desde a época pré-colonial. A valorização da espiritualidade também é vista nos vários maraes, locais sagrados espalhados pelas ilhas e que antigamente funcionavam para cultuar os deuses. Um deles, Taputapuatea, ao sul de Raiatea, é o mais famoso e serviu para reunir figuras importantes de toda a Polinésia e até da Nova Zelândia há cerca de mil anos atrás.    

5) Sombra e água fresca nos bungalows

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As praias que parecem ter saído de um generoso sonho podem ser aproveitadas durante toda a estadia em casas suspensas sobre o mar turquesa, chamadas bungalows. Os hotéis estrelados, especialmente os de Bora Bora, a ilha mais cara para se hospedar, oferecem acomodações nesse estilo por uma pequena fortuna. Seguindo o estilo rústico, com telhado de sapê, as casas não precisam de adornos luxuosos, pois é impossível competir com um cenário tropical como esse, vous êtes d’accord?