TOP 5: CURIOSIDADES DA POLINÉSIA FRANCESA

Pontilhando o Oceano Pacífico, a Polinésia Francesa faz parte do território ultramarino da França, o que  garante que por lá seja possível praticar o francês, língua oficial junto a outros idiomas polinésios. Naturalmente esculpida, com praias implacáveis e um povo de rica tradição cultural, o arquipélago com mais de 100 ilhas é o cenário de uma animação da Disney, Moana, que estreia 5 de janeiro no Brasil. Além do filme, a Polinésia serviu de inspiração às obras de Paul Gauguin, pintor francês pós-impressionista que retratou taitianas em seus quadros mais prestigiados. Conheça as curiosidades da Polinésia Francesa e de seus pedaços de terra perdidos no oceano:

1) Capital das pérolas negras

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As lagoas quentinhas e límpidas são verdadeiros berços de formação das pérolas mais raras do mundo, de coloração escura. A maior parte delas tem sua origem na ilha de Manihi, a maior produtora mundial, por meio da técnica da inseminação artificial. Já o processo natural acontece quando um grão de areia fica preso em um tipo específico de ostra, chamado Pinctada margaritifera, e como forma de proteção a este corpo estranho, a ostra começa a criar camadas ao redor do grão e voilà: a pérola ganha forma. As cores são bem variadas, indo do negro ao azul, bronze, e até mesmo rosa. Intéressant!

2) A tatuagem é uma tradição

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A arte de se tatuar está presente na Polinésia há cerca de 2 mil anos e traz uma série de símbolos que podem ser combinados para criar significados distintos, que geralmente remetem ao poder espiritual, força e proteção para quem os carrega na pele. Alguns relatos do diário de bordo de James Cook, capitão inglês que explorou a região no século XVIII, descrevem a tradição dos nativos, e o termo “tatu”, cunhado pelos taitianos, chegou à Europa logo após retornar de suas expedições. Daí o termo “tattoo”, como normalmente se traduz o costume de imortalizar desenhos sobre a pele.

3) Flores por toda a parte

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As flores polinésias são simbólicas e expressam até mesmo o estado civil das mulheres, dependendo do lado em que carregam a flor atrás da orelha. A Tiare Tahiti é uma delas, encontrada nos típicos colares dados aos turistas em sinal de boas vindas. Muito mais rara é a Tiare Apetahi, espécie de gardênia branca que é o emblema de Raiatea, a segunda maior ilha. Os nativos acreditam em uma lenda para sua origem no Monte Tehemani, único lugar no mundo em que é encontrada, intrigando botânicos. Segundo a história, a flor nasceu após uma mulher ter seu coração partido ao não ser autorizada a casar com o filho do rei.

4) Rica em cultura popular

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Além da essência tropical que transborda na porção de ilhas do arquipélago, a cultura da região é marcada por danças e músicas tradicionais que remontam desde a época pré-colonial. A valorização da espiritualidade também é vista nos vários maraes, locais sagrados espalhados pelas ilhas e que antigamente funcionavam para cultuar os deuses. Um deles, Taputapuatea, ao sul de Raiatea, é o mais famoso e serviu para reunir figuras importantes de toda a Polinésia e até da Nova Zelândia há cerca de mil anos atrás.    

5) Sombra e água fresca nos bungalows

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As praias que parecem ter saído de um generoso sonho podem ser aproveitadas durante toda a estadia em casas suspensas sobre o mar turquesa, chamadas bungalows. Os hotéis estrelados, especialmente os de Bora Bora, a ilha mais cara para se hospedar, oferecem acomodações nesse estilo por uma pequena fortuna. Seguindo o estilo rústico, com telhado de sapê, as casas não precisam de adornos luxuosos, pois é impossível competir com um cenário tropical como esse, vous êtes d’accord?

TOP 5: SÉRIES FRANCESAS QUE VALEM A PENA

Difícil encontrar quem não esteja acompanhando ao menos um seriado, ou vários juntos, e acumule uma boa dose de ansiedade a cada temporada, fugindo dos onipresentes spoilers. Além de serem uma distração, os enredos conseguem nos aproximar da língua e da cultura de um país. Se o objetivo é afinar o francês, eles certamente são uma ferramenta muito bem-vinda para trabalhar o ouvido, a dicção, e descobrir novos vocabulários – você pode ver aqui boas dicas de memorização também! Selecionamos as séries mais elogiadas pela crítica, voilà:

Les Revenants

Com roteiro de inspiração sobrenatural, a trama acontece em uma pequena cidade francesa, onde várias pessoas dadas como mortas reaparecem do nada, como se nada tivesse acontecido. Criada por Fabrice Gobert, é uma adaptação do filme homônimo “Eles Voltaram”, em tradução para o português. A cidade no interior na França acaba desnorteada com o retorno dos mortos, que tentam se ressocializar novamente junto aos vivos. Bizarre, non? A série deixa um gostinho de tensão e suspense saborosos, que são degustados enquanto os revenants agitam e tumultuam a cidade.


Un Village Français

Perfeita para quem prefere tramas históricas, a série é um sucesso na França e usa o período da ocupação alemã como deixa para o desenrolar da narrativa, que acontece na cidade francesa fictícia de Villeneuve. Nessa nova configuração, que se dá entre 1940 e 1945, muitos moradores são mortos enquanto os que restam devem se curvar ao regime alemão e suas imposições além de realinhar sua rotina com as ordens vindas dessa nova presença estrangeira.


Engrenages

A receita típica de muitas séries é a ficção policial, que se desenrola ao redor de um crime que precisa ser solucionado. Em Engrenages, também conhecida como Spiral, a história é muito bem desenvolvida e, junto ao sistema judiciário francês, as mortes assombrosas são desmistificadas com maestria. A rotina de trabalho em conjunto dos detetives, advogados, procuradores e juízes é  mostrada, enquanto o espectador se deixa levar por uma série de questões até que os nós de suspense sejam desfeitos. A série fez muito sucesso tanto na França como nos mais de 70 países em foi exibida.

Braquo

Com altos níveis de audiência, a série acompanha a routine de policiais que trabalham em Hauts-de-Seine, na França. Depois do suicídio de um comandante, acusado de violência contra um suspeito, os quatro policiais personagens principais da história começam uma investigação com o objetivo de limpar o nome do amigo e sua honra. Para conseguirem provas de que ele é inocente, porém, burlam regras e perseguem órgãos públicos. A primeira temporada registrou recorde de público, desbancando muitas produções americanas que prezam pelo mesmo tipo de enredo.

Marseille

Série produzida para a Netflix, Marseille conta com Gérard Depardieu como protagonista, desempenhando o papel de presidente da câmara da cidade francesa que dá nome ao seriado. O jogo político é o pano de fundo de toda a narrativa, centrada na passagem de poder do presidente da câmara para seu filho, ocasião que serve de estopim para uma disputa e guerra de egos pelo controle de Marseille. Não vai ser fácil passar o bastão!  

VISITAS NOTURNAS EM PARIS: MUSEUS

Economizar tempo é fundamental para conseguir visitar todas as atrações que te esperam em Paris, e perder tempo em filas homéricas pode atrapalhar os planos, né? Se os museus estão na sua lista, a dica é conhecê-los em visitas noturnas, deixando o dia livre para fazer atividades en plein air. Abaixo, selecionamos alguns que oferecem essa possibilidade:

Le Musée du Louvre

Bien sûr! Não podíamos esquecer dele, dono de filas que roubam horas e horas dos turistas. A dica é realizar as visitas às quartas-feiras, dia em que é possível perambular até às 22h, e assim garantir o tour por essa destination incontournable.

Centre Georges Pompidou

O complexo de arte é símbolo do poder de criação moderna, e permanece aberto até às 21h todos os dias. Nas quintas-feiras, o horário é ainda mais estendido, indo até às 23h para as exposições temporárias.

Le Palais de Tokyo

Também dedicado à arte moderna e contemporânea, o nome do lugar faz alusão à Avenue de Tokio, como era chamada a avenida próxima ao museu entre os anos 1918 e 1945, além da Place de Tokyo, localizada bem em frente. O horário de visitação é generoso: até meia noite!

Le Musée Rodin

As coleções do escultor estão bem guardadas nesse espaço, que fica no 7e arrondissement. Além de observar seu trabalho cuidadoso, o visitante pode relaxar no jardim tranquilamente até às 20h45 nas quartas-feiras.

Musée du Quai Branly

Aproveite que já vai estar no 7e arrondissement depois de conferir o Musée Rodin e visite o Quai Branly, especializado nas artes das civilizações da África, Ásia, Oceania e Américas. Os curiosos podem se perder no tempo até às 21h.

La Fondation Cartier

No Boulevard Raspail, onde também fica a Alliance Française Paris, a Fondation Cartier proporciona uma visitação noturna às terças-feiras, às 22h, enquanto que nos outros dias, exceto na segunda-feira, o horário vai até 20h. A arte contemporânea é o foco das obras lá alocadas.

Le Grand Palais

Com exposições de grande sucesso popular, o Grand Palais organiza visitas às quintas e sextas-feiras até às 22h. Vale a pena conhecer este que é um dos espaços mais famosos, com sua incrível grande nave de vidro.

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TOP 3: CURIOSIDADES SOBRE GUSTAVE EIFFEL

Gustave Eiffel, que empresta seu sobrenome ao maior símbolo da França: a Tour Eiffel! Separamos algumas curiosidades para além de sua obra prima:

Bordeaux foi cenário de seu primeiro projeto

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Bem cedo, aos 26 anos, Eiffel se dedicou ao projeto de uma ponte ferroviária de mais de 500 metros, o que já demonstrava sua habilidade em projetar construções baseadas na utilização de estruturas metálicas. Hoje, a obra denominada Passerelle St Jean, está desativada, mas faz parte do conjunto de monumentos históricos protegidos, que desde 1860 liga Garonne à Bordeaux.

Obras espalhadas por Portugal

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Eiffel não restringiu seu talento apenas à França. A emblemática Ponte Maria Pia, que passa sobre o Rio Douro, em Portugal, é de sua autoria. Outras obras estão espalhadas pela América Latina, mas colocam sua autoria em dúvida: é difícil provar a participação de Eiffel, e a história acaba ficando meio nebulosa quanto à identidade do projetista. O que é certo é que em Portugal sua influência foi maior, tendo o francês inclusive morado no país.

Teve participação na Estátua da Liberdade

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Já é sabido que a estátua foi um presente dos franceses aos americanos, em comemoração ao centenário da independência dos Estados Unidos, sendo então um símbolo da boa relação entre os dois países. O que poucos sabem, no entanto, é que a estrutura de ferro foi projetada por Eiffel. Oui! Sua intervenção foi essencial para que a escultura de Frédéric Auguste Bartholdi, também francês, saísse do papel e enfeitasse Nova York. 

 

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TOP 3: SITES PARA TREINAR A FONÉTICA

Na hora de se expressar oralmente, a língua francesa pede que prestemos atenção em algumas regras de pronúncia. As liaisons, por exemplo, são espécies de ligações que temos de fazer entre as palavras para pronunciá-las corretamente, mas temos ainda várias outras constantes que podem ser aprendidas com a prática. Para te ajudar, separamos 3 sites que te ajudam a consolidar a fonética também fora da sala de aula:

Podcast Français Facile

Bem completo, há vários podcasts na aba “phonétique” que podem ser ouvidos e repetidos pelo aluno. O melhor é que são separados por categoria, por exemplo: “liaisons obligatoires”, “les sons E – OU”, “nasalisation e dénasalisation” e muitos outros, sendo que cada categoria vem com exercícios de fixação. Acesse aqui

Parlons Français com a TV5MONDE

A emissora francesa disponibiliza, em seu site, um espaço excelente para o aprendizado do idioma, e se a ideia é melhorar a pronúncia e a entonação, os vídeos curtos te ajudam a encontrar o som perfeito! Dá para filtrar por nível de conhecimento do idioma, e o mais legal é que os vídeos são dinâmicos e engraçados. Acesse aqui.

Phonetique.free

Ainda que tenha o layout antigo, o site reúne exercícios interessantes e é inteiramente dedicado à fonética. As divisões por “alphabet”, “phonèmes”, “autres” e “virelangue” facilitam a organização por conteúdo, e os áudios são perfeitos para treinar a escuta e reparar na sonoridade das palavras. Acesse aqui.

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CURIOSIDADES SOBRE LOUIS VUITTON E SUA MARCA

Na lista das marcas melhor avaliadas do mundo, a Louis Vuitton começou a vingar ainda no século XIX, em Paris, quando seu fundador, que dá nome à grife, se arriscou ao tentar criar modelos de malas de viagem diferentes dos que já circulavam. Os produtos, todos fabricados artesanalmente até os dias de hoje, sempre levaram consigo o conceito de exclusividade, já que eram feitos manualmente e em quantidade limitada. Quem flanar pela avenue Champs-Élysées pode ver a maison da década de 1930, com fachada em estilo Art Déco, ou mesmo conhecer outro monumento emblemático da marca, a Fondation Louis Vuitton, no parque Bois de Boulogne.
Selecionamos algumas curiosidades da LV e também da trajetória desse empreendedor:

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O criador da marca, Louis Vuitton

O começo ousado

Filho de uma família de moleiros e carpinteiros, Louis Vuitton nasceu na Suíça, mas aos 14 anos resolveu deixar sua terra natal e ir para Paris aprender a trabalhar com a madeira. Contratado como aprendiz de um fabricante de baús de viagem, foi lá que conseguiu extrair a expertise que precisava para criar sua marca.   

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Maison na Champs-Élysées

Este monumento histórico da década de 30, patrimônio da França, já foi considerado a maior loja de produtos de viagem do mundo, e ainda hoje conserva a fachada em estilo Art Déco, com seu letreiro imponente. Além de loja, o lugar também possui uma galeria dedicada à arte contemporânea.

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A maison na Champs-Élysées

O fecho inviolável

Um dos diferenciais das malas e baús de viagem que Vuitton criou em 1886 foi seu fecho, um sistema inteligente que tornou as bagagens praticamente arcas do tesouro. As famílias abastadas, que precisavam viajar com frequência e queriam levar consigo roupas e joias caríssimas, começaram a ter confiança nas malas LV para carregar seus pertences.

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A identidade da marca

Em 1896 Louis Vuitton começou a pensar em como daria personalidade aos seus produtos, que teriam que ser facilmente identificados por uma marca. A ideia foi, então, criar o monograma das letras “L” e “V’, juntamente com símbolos que reproduziam flores. O monograma perdura até hoje, estampando os tecidos usados na fabricação dos produtos. De tão famosos, são mundialmente pirateados e reproduzidos.

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O monograma “LV” usado até hoje 

A Fondation Louis Vuitton

O design surrealmente futurista da Fondation já chama a atenção por si só, mas a coleção de arte moderna também vale a visita. O lugar dispõe, além do amplo espaço para exposições itinerantes, de biblioteca, restaurante e programação musical. A fundação também receberá obras de museus como o MoMA, em Nova York, para uma exposição que ficará em cartaz até março de 2018. Projetada por Frank Gehry, a maison foi aberta ao público em 2014, e já ocupa lugar entre os mais importantes espaços de arte.  

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A arquitetura futurista da Fondation Louis Vuitton 

 

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LUGARES PARA SE SENTIR NA FRANÇA EM SP

A capital paulista guarda um bom bocado de espaços que resgatam a essência francesa. Há desde edifícios históricos que aproveitaram a licença poética para se inspirar na arquitetura e nos jardins franceses, além de bistrôs, boulangeries e pâtisseries que primam pela tradição em suas receitas. Selecionamos alguns lugares para você se sentir na França em São Paulo e encontrar a joie de vivre por aqui:   

Theatro Municipal

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Fortemente influenciado pela Ópera Nacional de Paris, a construção de traços renascentistas e barrocos está fixada desde 1911 na região central da cidade, próxima ao metrô Anhangabaú. Tão rico em adornos como a parte externa, o interior do edifício revela bustos, afrescos, cristais, colunas neoclássicas, mosaicos e vitrais. Para mostrar sua imponência, a escadaria de mármore italiano, logo na entrada do edifício, é coberta com um impecável tapete vermelho, tendo duas esculturas francesas de bronze dispostas no corrimão representando as musas da música e da poesia. A ornamentação do Theatro é quase toda simbolizada por elementos clássicos, que fazem alusão à mitologia greco-romana, vide os conjuntos de esculturas da fachada principal. O lugar também é representativo por ter abrigado a movimentação artística da Semana de 22, além de ter tido em seu palco Ella Fitzgerald, Villa-Lobos entre muitos outros expertises da música.

Veja o site.

Jardim do Museu do Ipiranga

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Se ainda não teve oportunidade de visitar os jardins do Chateau de Versailles, a disposição metódica e simétrica do jardim do Museu do Ipiranga pode fazer uma boa correspondência. Projetado pelo paisagista belga Arsenius Puttemans e entregue ao público em 1909, não à toa é chamado de Jardim Francês por ser inspirado nas formas neoclássicas de André Le Notre, responsável pelo projeto do Chateau de Versailles. Situado no bairro do Ipiranga, o conjunto inclui o Monumento à Independência, a Casa do Grito, o Riacho do Ipiranga, o Horto Botânico e o Museu Paulista, o mais antigo da cidade. A caminhada pelas trilhas ao redor do Museu vale o passeio, e a bicicleta é liberada somente para crianças.

Veja o site.

Casa das Rosas

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A mansão em estilo clássico francês tem trinta cômodos, edícula, jardins, pomar, e hoje é um símbolo cultural da cidade, já que não faltam eventos ligados à literatura, artes e cinema. Esse respiro no meio da Avenida Paulista foi projetado por Francisco de Paula Ramos de Azevedo, o mesmo que desenhou a Pinacoteca e o Mercado Público de São Paulo. A casa, construída em 1935, época em que a região era morada dos barões do café, quase foi derrubada pela expansão imobiliária que tomou a região de prédios comerciais. Preservado em ação inédita no Brasil, o lugar foi restaurado e transformado pelo Estado em espaço cultural, inaugurado como parte das comemorações do centenário da Avenida, em 1991.

Veja o site.

Cafés e Docerias

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Éclairs da Éclair Moi

Para os aficionados pela pâtisserie francesa, conhecida pela delicadeza da decoração e do sabor, o Éclair Moi é uma excelente opção, já que é especialista em bombas, chamadas éclair em francês. Outra boa pedida é a Douce France, que tem unidades na Aliança Francesa do Centro e da Faria Lima, além de outros endereços. Por lá é possível encontrar tartes, macarons, brioches, croissants e outros clássicos. A hora do café pode ser aproveitada aos pés do edifício Martinelli, que oferece uma cafeteria no térreo, com decoração à la Paris do século XIX, além de iguarias como o vol-au-vent, tradicional torta de massa folhada. Outra opção é o Lapin, com ambientação provençal e várias délices como quiches e uma infinidade de baguetes.  

Bistrôs e Padarias

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Terraço do restaurante Esther

Ao som de jazz, é possível provar o cassoulet a um preço honesto no Le Jazz Brasserie, que tem três unidades muito bem avaliadas pelo público frequentador, uma delas em Pinheiros. Outro crème de la crème da gastronomia é o La Casserole, em frente ao mercado de flores do Largo do Arouche, no Centro. Aberto em 1954, ele conta com chefs que comandam o fogão há mais de 50 anos, servindo pratos tradicionais da culinária francesa, como a sopa de cebola ou o terrine de foie gras. O Esther Rooftop é uma nova opção, também no Centro e situado no terraço do primeiro prédio modernista de São Paulo, comandado pelo chef e apresentador Olivier Anquier. Já as padarias, boulangeries em francês, estão bem representadas com Le Vin e Maria Madeleine, que servem brioches fresquinhos, pains au chocolat, terrines e madeleines para todos os gostos.

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BAIRROS PREFERIDOS DOS PARISIENSES

 

O site francês Le Bonbon publicou uma matéria em que elenca alguns dos bairros preferidos pelos parisienses. Nós listamos aqui o resultado, e damos nossos palpites sobre os motivos de eles serem os queridinhos por lá:

Le Quartier Latin

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Epicentro de universidades e escolas, é lá que a Sorbonne está fixada, e por concentrar milhares de estudantes, a veia cultural latente da região já revelou movimentos históricos super importantes, a exemplo das manifestações de maio de 1968. O nome do bairro deriva do tempo em que o latim era o idioma oficial usado entre alunos e professores. A boemia também tem seu lugar, sempre regada a boas discussões guiadas pelos estudantes.

 

Le Quartier des Batignolles

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Lugar dos hipsters, bien sûr! Entre bistrôs familiares antigos e pistas de skate, o quartier é frequentado pelos jovens moderninhos que adoram ostentar uma barba comprida, chamados “bobôs”, em francês. O lugar tem ares de “vila”, bem tranquilo em alguns aspectos, descrito por muitos como um “choque de gerações” por proporcionar o encontro entre os jovens e a população mais velha, apegada à tradição. O escritor Émile Zola, inclusive, chegou a morar no coração do bairro, na Rue de la Condamine.

Le Marais

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Do lixo ao luxo, o lugar antes era um pântano enlameado, e atualmente se estabelece como uma das zonas mais sofisticadas de Paris. A mudança se deu quando Henrique IV construiu a place Royale (hoje chamada place des Vosges) e então atraiu os endinheirados para perto. Muito disputado, viver no Marais custa caro, e um pólo de atrações noturnas interessantes ainda se mantém pulsando, a exemplo de pubs e casas noturnas.

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CURIOSIDADES: DIFERENÇAS DISNEY PARIS X ORLANDO

 

Antes chamado Euro Disney, o parque tem agora como nome oficial Disney Paris, e se mantém como o mais visitado da Europa. As diferenças entre o complexo de Orlando e Paris não se restringem apenas à cor do castelo, azul na parte americana, e rosa para a França. O toque do savoir vivre está em vários outros detalhes. Citamos alguns:

Tudo pode ser feito a pé

A Disney Paris é bem menor que a sua irmã em Orlando. Por lá, é muito difícil se perder, e você não precisará se guiar por um mapa para encontrar as atrações. Para os perdidos de plantão, é uma boa facilidade. Ah! A estação de trem Marne-la-Vallée/Chessy fica a apenas 2 minutos do parque.

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Mapa da Disney Paris

Atrações e souvenirs exclusivos

Alguns brinquedos só existem na Disney Paris, o que os torna exclusivos. A atração “Mickey e o Mágico” é, inclusive, inspirada no cineasta e ilusionista francês Georges Méliès, enquanto que o simulador do filme Ratatouille ganhou atenção especial, tendo uma praça tipicamente francesa ao seu redor. O mesmo acontece com os souvenirs, que seguem a temática de Paris, com mimos estampando a Tour Eiffel, e todo o simbolismo da cidade em harmonia com o Mickey americano.

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Praça francesa em frente à atração Ratatouille 

Fazer as refeições junto aos personagens

Por ser um parque consideravelmente menor do que o primo americano, a Disney Paris permite que os personagens fiquem mais concentrados, e assim você consegue vê-los com maior frequência. O mais legal é poder almoçar ou jantar junto a ídolos como Pato Donald, Pluto, entre outros.

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Destino fácil para um bate-volta

Paris fica a somente 40 minutos do parque, o que garante que você pode fazer, com tranquilidade, um tour pelo parque e ainda voltar para curtir a cidade. Dessa forma você consegue equilibrar as atrações culturais da capital com o mundo de fantasia da Disney.

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TOP 5: FILMES DO NETFLIX QUE TÊM PARIS COMO CENÁRIO

Quer praticar seu francês sem sair de casa? Aqui está uma seleção de filmes muito bons que recomendamos a todos e que aconteçam em Paris:

La Haine (1995) / O Ódio

O judeu Vinz, o árabe Saïd e o pugilista Hubert vivem na periferia de Paris e enfrentam cotidianamente a discriminação e os abusos da polícia. Durante mais um dos corriqueiros confrontos com as forças da lei, Vinz encontra uma arma e jura assassinar um policial caso seu amigo Abdel, espancado em interrogatório, morra em decorrência dos ferimentos.

 

Ratatouille (2007)

Remi é um ratinho que sonha se tornar um grande chef. Só que sua família é contra a ideia, além do fato de que, por ser um rato, ele sempre é expulso das cozinhas que visita. Um dia, enquanto estava nos esgotos, ele fica bem debaixo do famoso restaurante de seu heroi culinário, Auguste Gusteau. Ele decide visitar a cozinha do lugar e lá conhece Linguini, um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e precisa manter o emprego a qualquer custo. Remi e Linguini realizam uma parceria, em que Remi fica escondido sob o chapéu de Linguini e indica o que ele deve fazer ao cozinhar.

 

Le dîner de cons (1998) / O jantar dos Malas

Todas as quartas-feiras Pierre Brochant, um célebre editor parisiense, organiza com os amigos um “Jantar de malas”, em que cada organizador traz consigo um “mala” que encontrou ao acaso, para falar sobre um assunto específico. Então, os organizadores divertem-se com os bobos durante toda a noite, sem que estes últimos percebam disso. Após a refeição, escolhem o vencedor.

 

Diplomatie (2014) / Diplomacia

Em agosto de 1944, no contexto da Segunda Guerra Mundial, o general alemão Dietrich von Choltitz está em Paris sob ordens do Terceiro Reich com a missão de comandar a explosão da capital francesa (incluindo pontes, prédios históricos e monumentos culturais). Até que, no meio da noite, recebe a visita inesperada do cônsul geral da Suécia, que vai tentar convencê-lo a livrar a cidade do destino trágico planejado pelos alemães.

Polisse (2011) / Polícia 

Diariamente, um grupo especializado da polícia francesa precisa lidar com duros crimes envolvendo crianças. A rotina envolve prisão de pedófilos, interrogação de pais abusivos e o confronto com menores infratores. Dentro deste universo, a vida privada de cada policial encontra pouco espaço, apesar de ser difícil manter o equilíbrio entre as duas partes. Essa dinâmica sofre sérias mudanças quando Melissa, uma fotógrafa enviada pelo Ministério do Interior, passa a acompanhar as missões.

 

 

QUER MAIS?

Agora que você conhece esses filmes, você também poderia assisti-los em versão original e se comunicar em francês?
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